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Hi, Felipe, how’ve you been? Ler livros em inglês é uma prática excelente para adquirir vocabulário, entender e fixar melhor as estruturas, construções, gramática, etc. Que bom que você esteja fazendo isto. Quanto ao dicionário, o ideal é que você sublinhe as palavras mais importantes que você não conhece, e no final da leitura, pode fazer uma ou várias seções de estudo de texto, consultando um dicionário e anotando num caderno os significados das palavras novas, além de expressões e construções que ache interessantes. O que não vale à pena fazer, a não ser que a palavra impeça o entendimento da trama como um todo, é parar a leitura cada vez que surge uma nova palavra para procurar seu significado. Isto acaba quebrando o fluxo da leitura, tirando o prazer de ler um livro, coisas que contribuem enormemente para um aprendizado eficaz. Resumindo: Leia o livro com prazer, tentando entender o todo. Só pare para procurar uma palavra se sentir que ela é essencial para você entender a estória. No final do livro trabalhe com o vocabulário que sublinhou, OK?
Seu inglês está ótimo, o que podemos corrigir são coisas mais avançadas de vocabulário ou construção: Na frase “Find out the words meaning in a dictionary”, você poderia usar o phrasal verb LOOK UP, usado especificamente para a ação de procurar uma palavra num dicionário, uma rua num mapa, etc. Também deveria usar a palavra meaning no plural, já que estamos falando de várias palavras. Ficaria então “Look up the words meanings in…” Na frase “There are words that I don't understand what mean”, você deveria usar a seguinte construção: “There are words whose meaning I don’t understand”. O whose significa CUJO. Got it? Nice job!
Hi, Felipe, how are you? A palavra sightseeing, que pode ser usada com o verbo go, significa a visita/ ir visitar ou conhecer locais interessantes de uma cidade, região, etc. É mais ou menos o que chamamos de “fazer turismo” quando estamos em um novo local. Seria visitar os pontos importantes do lugar. Pode também ser usada como adjetivo, quando se fala, por exemplo, de um ônibus ou tour, específico para esta atividade: sightseeing tour, sightseeing bus. Exemplos de frases que usam sightseeing: “On the following pages we have the pleasure of introducing an extensive and varied selection of sightseeing tours by bus”; “John and Mary are discussing their sightseeing plans around the city”; “She went sightseeing with her cousin”.
And you? Are you travelling in July? Are you going sightseeing?
Hi, Leandro. Veja bem, quando fazemos uma pergunta com o sujeito “I” (EU), ou estamos falando com nós mesmos, ou estamos falando com mais alguém, sobre nós mesmos. No caso que você trouxe, uma pessoa faz a pergunta para OUTRA pessoa: “Eu estou atrasado?”, ao que a outra responde: “Sim, você está”. Se fosse “Yes I am” seria “sim, eu estou”, o que seria como alguém perguntar para si mesmo se está atrasado e ela mesma responder, o que seria meio estranho, não é?
Got it? Good luck!
Hi, Fabiane! O present continuous possui vários usos. O primeiro é o que você descreveu: “ação que acontece no momento”, “ação contínua”, seria o nosso gerúndio. (“I am watching TV now”; “He is sleeping, don’t make any noise”). Outro uso é como futuro. Este tempo é usado para combinações no futuro, coisas que já foram marcadas, combinadas, decididas, que temos certeza que ocorrerão no futuro. Exemplo: “I am playing tennis tonight”; “She‘s calling me at 8”. A frase que você trouxe usa este tempo pois está se falando sobre uma resolução sobre o futuro (ver o pai). Usar o going to, no entanto, não estaria errado neste caso, já que também usamos este termo para falar de futuro certo, decidido com antecedência. Você pode dar uma olhada nos volumes 7 e 9 que falam de alguns tipos de futuro e principalmente no próprio volume 10 que trata deste e outros tipos de futuro OK? Are you studying this subject tonight? :)
Hi, Alex. Cada um deve encontrar seu tempo próprio para terminar cada volume. Algumas pessoas levam mais tempo para sentir que fixaram o conteúdo, outras menos. Você deve passar para uma próxima lição quando sentir que está seguro quanto ao conteúdo da anterior. Tente perceber se realmente domina o conteúdo. Segue uma idéia de como seguir cada volume:
Você deve primeiro assistir a cena (scene) no DVD. Para treinar o listening, conseguir cada vez mais entender o que as pessoas falam, o ideal é você primeiro assistir o DVD sem legendas, ou com legendas em inglês. Depois disso, tire as dúvidas assistindo com legendas em português.
Depois de assistir a cena, passe para a aula (Focus) do DVD, onde serão explicados alguns conteúdos.
Reveja então a cena, tentando encontrar e entender estes conceitos nos diálogos.
Depois, use o livro: leia a transcrição, se precisar leia a tradução, leia o Focus, com as explicações dos conceitos, faça os exercícios, se precisar consulte o vocabulário.
E por fim, sempre que puder ouça o CD. Ele repete os diálogos da cena e a aula do DVD. Quando você ouvir, estará fixando o conteúdo, treinando o listening e analisando a pronúncia.
O tempo que leva para fazer tudo isto depende de você e uma das vantagens deste curso é esta, já que você pode seguir seu próprio ritmo e garantir um aprendizado melhor. Have a good class!
Hello, Adriana. Vamos ver suas dúvidas:
1. A palavra PRACTICE tem algumas peculiaridades: Nos Estados Unidos, ela é escrita sempre com C, tanto quando ela é um verbo (praticar), quanto quando é substantivo (prática). Já na Inglaterra, quando ela é verbo, é escrita com S e quando é substantivo, é escrita com C.
Exs.: EUA: “You need more practiCe.” (Você precisa de mais prática) (substantivo); “You need to practiCe this skill.” (Você precisa praticar esta habilidade)(verbo). Inglaterra: “You need more practiCe.”; “You need to practiSe this skill.”
2. As palavras PERHAPS e MAYBE são sinônimas, ambas querem dizer TALVEZ e posem ser usadas sem distinção.
3. Quanto à frase “England does have some very good...”: Você aprendeu corretamente que o auxiliar DOES é usado, no presente, para 3ª pessoa do singular, em frases INTERROGATIVAS OU NEGATIVAS. Segundo esta regra, o DOES não deveria aparecer na frase que você cita, pois ela é afirmativa. Acontece que o auxiliar DOES está aí por um motivo diferente. Ele aqui serve para enfatizar, é como se significasse “mesmo”, “realmente”, “sim”, (no caso: “A Inglaterra tem, sim, alguns bons...”). Veja alguns outros exemplos deste tipo de uso: “Paul does have a big house!”; “It’s not a joke, I do want to leave”. (Paul realmente tem uma casa grande! / Não é piada. Eu quero mesmo ir embora.)
4. Quanto ao tempo de audição do CD e do DVD, cada um deve descobrir seu tempo ideal. Algumas pessoas pegam mais rápido, outras, mais lentamente. É você quem deve decidir se passa para frente. Tente perceber se está se sentindo segura, se entendeu tudo, se aquilo que ouviu já soa conhecido para você. Aí, mude para a próxima lição, OK?
Hi, Suellen. Os definite e indefinite articles são os artigos definidos e indefinidos, igual em português: A e AN são indefinidos, querem dizer um/uma e não são usados no plural (diferente de português, onde usamos uns/umas). Exemplos: a table, a hat, a person, an Idea. (uma mesa, um chapéu, uma pessoa, uma idéia).
O artigo definido é o THE, que quer dizer O, A, OS ou AS, por exemplo, the table, the hat, the person, the Idea, the dogs, the streets. (A mesa, o chapéu, a pessoa, a idéia, os cachorros, as ruas)
Os artigos são omitidos quando os substantivos são usados de forma genérica. Veja, por exemplo, a palavra MUSIC. Se ela é determinada, por exemplo, “a música de tal compositor”, usamos o artigo (“the music of Beethoven), mas se quisermos falar de música genericamente, dizemos, por exemplo, “We love music”, ou “Music makes you happy”, sem o artigo. Outro exemplo, a palavra MAN. Se queremos dizer “um homem”, ou “o homem”, usamos o artigo definido ou indefinido, respectivamente, (a man/the man). Mas se pensamos no termo genérico, não usamos o artigo, por exemplo, “Man is a clever animal”. Fora isto, não usamos artigos indefinidos com plurais (“I like to eat apples”; “I bought t-shirts”) nem com palavras incontáveis (matéria vista no volume 5). (Exemplos: “I need some milk.” ;“I don’t have any shampoo.”). Dê uma lida nos diálogos das sitcoms, tentando prestar atenção no uso dos artigos. Isto ajudará na fixação do aprendizado, ok? Good luck!
Hello, Débora. Realmente, o speaking é difícil de treinar quando estudamos individualmente. Tente encontrar algum amigo que também esteja aprendendo e queira falar um pouco de inglês com você. Outra dica é você usar um gravador para gravar você falando: Escolha um assunto de seu interesse e fale por alguns minutos. Depois, ouça o que falou, tentando perceber erros, pausas muito longas, problemas de pronúncia, aí grave novamente corrigindo o que percebeu.
Quanto ao genitivo, nós normalmente usamos ‘s quando quem possui é uma pessoa ou um animal (the lawyer’s office, the cat’s fur, the man’s shirt). Senão, usamos “of”, como por exemplo,” the window of the bedroom”, “the beginning of the day”. Usamos ‘s para organizações e grupos de pessoas, por ex, “the company’s policy”, “the store’s name”. Também podemos usar ‘s com nomes de lugares, por ex, “Brazil’s system of government”, “the world’s population”. Note, porém, que o exemplo que você deu não é um caso de genitivo, mas sim um substantivo com um qualificador: terror qualifica filme. Que tipo de filme é este? De terror. Se usássemos o genitivo, estaríamos dizendo “o filme do terror”, como se o terror possuísse o filme. Ficaria sem sentido, não é? Good studies!
Hi, Célio. Sim, a falta do pronome na segunda parte da frase significa que o sujeito é o mesmo que está na primeira parte. É como dizermos em português “Eu vou levar suas malas para o quarto e depois vou para a cozinha” (ao invés de “...e depois eu vou para a cozinha”). Não esqueça de que falta um THE antes do room, este erro já foi corrigido na ERRATA do nosso site. (“I’ll take your bags to the room”). Have a nice week!
Hello, Tiago! A pronúncia da palavra TO muda, dependendo de seu local ou função na frase. Mas uma das suas pronúncias é exatamente igual à das palavras TOO e TWO, como você percebeu corretamente. Você saberá qual delas está sendo dita pelo contexto, já que seu significado é diferente.
Quanto à sua segunda dúvida, alguns verbos, quando seguidos de outro verbo, demandam que este último venha na forma infinitiva. Outros exigem que ele tenha final “ing”. Por isso, temos que ver qual verbo é o primeiro dos dois para saber se o seguinte será “infinitivo com to” ou terminará com “ing”. Veja um exemplo de cada:
WANT: demanda que qualquer verbo que o siga venha no infinitivo com to. Ex: I want to go. / I want to study
ENJOY: demanda que qualquer verbo que o siga venha com final “ing”. Ex: I enjoy reading. / I enjoy playing cards.
Mas ainda há outro caso, que ocorre com os “MODAL VERBS” (can, may, might, could, must, etc): Eles sempre são seguidos de verbos NO INFINITIVO SEM “TO”. Ou seja, no caso de um verbo seguir um modal, ele deve vir no infinitivo sem to, sempre. Exemplos: He must go; I may call her; They can swim very well.
Portanto vejamos os exemplos que você dá: “I need to go”, tem TO porque o verbo NEED exige que os verbos que o seguem venham sempre no infinitivo com to. (I need to sleep, He needs to talk, etc)
“You must be tired after your long journey” não tem TO nem ING porque o modal MUST exige que os verbos que o seguem venham sempre no ininitivo SEM TO. (You must call him, She must be the teacher, etc).
See you!
Hi, Tiago. Vamos às suas perguntas. Se você tem dúvidas, é sinal de que está estudando e pensando e as dúvidas são ótimas para aprendermos, não se preocupe com a quantidade delas!
As preposições são complicadas em qualquer língua. Não há muitas regras para quando e quais usar. E assim como em português temos verbos, advérbios, etc. que “pedem” uma preposição e outros que não devem usá-las, em inglês isto também acontece. Algumas palavras exigem o uso de preposições e outras não. O difícil é que nem sempre as que exigem em português o fazem em inglês e vice-versa. É o que acontece no exemplo que você dá. Em português dizemos “depois de algo”, mas em inglês não, a palavra depois (after) não é seguida de preposição (ex. after school, after work, after dark, after your long journey). Como exemplo de palavras em inglês que exigem uma preposição, podemos citar o verbo think (pensar) que sempre é seguido de OF ou ABOUT. Com o tempo e o uso da língua você vai acabar decorando se, quando e qual preposição é necessária para cada palavra. Good luck!
Hi, Eduardo! A frase do livro usa a expressão “in no time” que quer dizer “bem rápido”, “em um minuto”, “logo”. Se a expressão usasse “on time”, estaria correta também, mas teria outro significado: “na hora certa”, “pontualmente”. Got it?
Hi, João Victor. HIM e HER são pronomes do objeto, ou seja, quando há um pronome que não fica no sujeito da frase, mas sim no objeto, deve-se usar não o pronome pessoal do sujeito (I, you, he, she, it, we, you, they) mas sim o do objeto (me, you, him her, it, us, you, them). É como o nosso o/a/os/as/lhe/lhes/te. (chame-o, disse-lhes, etc) Veja alguns exemplos:
Look at him; give her the Money; ask him the question; Carol will tell me the secret; John is going to bring us the package.
Got it?
Hello, Carolina. O verbo LEAVE na frase que você coloca quer dizer sair, ir embora, deixar. A frase significa então “Eu saio de casa/ deixo minha casa, aproximadamente às 8 horas”. GO OUT também pode significar sair (go out of the house) e também é bastante usado no sentido de sair para se divertir, por exemplo, “I go out every weekend” ou “I go out with my friends on Saturdays”.
Hi, Marcos. A palavra QUAY tem, no inglês britânico, a pronúncia igual à da palavra KEY. O som do “i” é parecido com o som de SEE, e com o som de nosso “i”. Já o som de KISS é mais curto, diferente do nosso “i”, parece um “e” misturado com “i”. Já no inglês americano, a pronúncia de QUAY é “kwey”.
A palavra que você cita na sua segunda dúvida é THOUGH, e ela tem dois significados. Na frase que você cita ela vem no final, e por isso quer dizer NO ENTANTO, PORÉM, MAS. Além deste significado, THOUGH quer dizer “apesar de que”, se não estiver no fim da frase. Exemplos: “The house isn’t very nice. I like the garden, though.” (no entanto)
“Though it rained a lot, we decided to go.” “He still argues, though he knows he is wrong.” (apesar de que).
See you!
Hi, Raphael. Após Elena dizer que vai ao cinema, ela diz que também quer ir ao banco, pois recebeu seu primeiro pagamento e quer mandar algum dinheiro para sua casa já que é o aniversário de seu irmão menor. Para a transferência do dinheiro para outro país (de Elena) é que é necessário o passaporte. Veja abaixo o texto referente a esta parte:
Elena: Yes, but I need to go to the bank today, too. I have my first pay cheque.
Victor: You need to cash your cheque.
Elena: Yes, and I want to send some money home, too. It’s my little brother’s birthday next week.
Victor: Well, you should be able to make the banks before they close at five. Just go to the nearest bank to the cinema.
Elena: Okay!
Victor: And don’t forget to bring your passport, you’ll need it for identification: you’ll need to fill in a money transfer
Got it?
Hi, Raphael. Vamos às suas dúvidas. Na primeira, você entendeu corretamente a regra dos auxiliares do presente. Eles devem ser usados em frases interrogativas e negativas. Acontece que aqui neste exemplo, o DOES foi usado com outro objetivo: ele serve para dar ênfase, é como se significasse o mesmo que “really” (realmente), ou seja, “England REALLY has some very good sparkling wines”. O uso dos auxiliares na afirmativa é feito apenas neste caso, o de enfatizar o verbo principal da frase.
Quanto à segunda dúvida, você provavelmente olhou a resposta errada, veja como estão as respostas do exercício 1 da lesson 2 na página 76 (livro5): Exercício 1 - 1.b, 2.c, 3.c, ou seja, a resposta do exercício que você cita é a C: Paul likes animals. Você entendeu corretamente, na 3ª pessoa do singular, usamos o “S” após o verbo, right?
A sua terceira dúvida tem a ver com tradução ao pé da letra. Às vezes, não podemos traduzir as frases e expressões de uma língua para outra palavra por palavra, senão o sentido se perde. A expressão “I’ll have” em inglês é usada quando pedimos alguma coisa, especialmente num restaurante. Seu significado é o mesmo que quando dizemos em português “Eu vou querer.”; “eu gostaria de”. É mais importante e muito mais eficiente você decorar a expressão inteira e saber a qual expressão em português ela corresponde do que tentar entender cada palavra. Realmente fica sem sentido traduzirmos literalmente, pois estaríamos dizendo “Eu terei uma costeleta.” Soa estranho, não é? Se você clicar em “Confira todas as Perguntas” pode dar uma olhada nas respostas às perguntas de Stephane – Ipatinga/MG (dúvida 2) e de Alex – BH (dúvida 3), que também tratam de tradução não literal de expressões. Quanto à frase que você sugere - "I'll would like the grilled..." , ela está incorreta pois não podemos usar os auxiliares will (‘ll) e would ao mesmo tempo. Usando o verbo LIKE, podemos dizer “I would like the grilled...” e assim também estaria correto (eu gostaria). Thanks for your questions!
Hi, Felipe. “Right of way” é uma expressão que significa “ter a preferência”, “via preferencial”, “direito preferencial de passagem”. ("the right of one vehicle to take precedence over another”). No caso que você cita, a frase significa “em uma rotatória, o tráfego que vem da direita tem a preferência”, (ou seja, pode passar antes). Got it?
Hello, Soraya. O que você viu no DVD e que também está escrito no livro 1, é que COME é um verbo regular NO PRESENTE (simple present), o tempo de verbo que está sendo ensinado neste volume. No entanto, no passado o verbo COME é irregular, por isso aparece nas listas dos verbos irregulares.
Vamos dar uma olhada no que significa um verbo ser regular no PRESENTE (simple present): Se o verbo não é o “to be”, a conjugação dele é igual para todos os pronomes a não ser para HE, SHE e IT, onde se acrescenta um “S” no final. O verbo COME, portanto, é conjugado da seguinte maneira, no simple present tense: I COME / YOU COME / HE COMES / SHE COMES / IT COMES / WE COME / YOU COME / THEY COME.
O verbo no presente é chamado de irregular quando ele tem que ser modificado para receber este “S” na terceira pessoa do singular. Por exemplo: I GUESS – HE GUESSES (e não “guesss”) ou I HAVE – HE HAS (e não “haves”) ou ainda, I FIX – HE FIXES (e não “fixs”). Já no passado, quando o verbo é regular é só acrescentar a terminação ED (wanted, worked, started, etc), e quando é irregular, sua forma varia de verbo para verbo, como mostra a lista dos verbos irregulares. Got it?
Hi, Renata. Na pergunta 1, a resposta correta é “is going to; will; am going to”, pois na primeira frase, “Look at these black clouds in the sky, I think it __________ rain”, o fato de haverem nuvens pretas no céu leva a uma certeza maior quanto ao futuro, por isso usamos o “going to”. Na segunda, “Don’t worry, I _____________ help you” usamos “will” já que quando fazemos uma promessa (mesmo que implícita, informal), este é o termo utilizado. Na terceira frase, “I ____________ to have vacations next month, I started planning the trip 3 months ago” a ação futura foi planejada com antecedência (e não resolvida na hora em que a frase foi falada), por isso usamos o “going to”.
Quanto à pergunta 4, você está correta, a única alternativa CERTA é "Can you give him the ticket", as outras estão todas erradas.
Good job!
Hello, Alexandre! Quando você sugere “Could you have” ao invés de “could I have”, está tentando introduzir o VOCÊ da frase “você pode me dar” em português. Acontece que em inglês podemos pedir alguma coisa usando uma frase que, traduzida literalmente seria “Eu posso ter...?”. Traduzida, esta frase fica totalmente sem sentido, não é? Às vezes, não podemos traduzir as frases e expressões de uma língua para outra palavra por palavra, senão o sentido se perde. As expressões “Could I have”, “Can I have”, ou “May I have” são muito comuns em inglês e são usadas quando pedimos alguma coisa a outra pessoa, especialmente num restaurante, num balcão de vendas, etc. Seu significado é o mesmo que quando dizemos em português “Você pode me dar”; “Você poderia me dar” ou ainda “Eu quero/gostaria de”. É mais importante e muito mais eficiente você decorar a expressão inteira e saber a qual expressão em português ela corresponde do que tentar entender cada palavra. Dê uma olhada na pergunta de Raphael – Suzano sobre a frase “I’ll have the grilled pork chop” que trata do mesmo assunto. Good luck!
Hi, Egle. O CAN na verdade é um verbo diferente, pois ele é um verbo auxiliar, um verbo modal. Este tipo de verbo nunca recebe um S no final, independentemente do sujeito, e é usado sempre com mais outro verbo, por exemplo, “Nobody can leave”, “I can swim well”, etc. Outros verbos que não sejam modais levam, sim, o S no final. Exemplo: “Nobody likes him”; “Nobody wants to go” “Nobody knows it”. Got it?
Hi, Adilson. A palavra FISH tem dois plurais: FISH e FISHES. Normalmente se usa FISH, por exemplo: “He doesn’t eat a lot of fish”; “I brought 3 fish from the market” “Jack went fishing and caught 4 fish”. Porém, quando se quer referir a diferentes espécies de peixes, então usamos FISHES. Por exemplo: “The fishes of the Atlantic Ocean”; “A new research on fishes of the Amazon River” ou ainda “Several fishes in the region have become extint. Have a nice week!
Hi, Petrucio. O CD de áudio é um meio de você treinar o seu “listening”. Após assistir ao DVD, você pode ir ouvindo o CD sempre que puder, para fixar melhor o conteúdo. Se quiser escolher algumas partes e repetir, para treinar também a pronúncia, melhor ainda!
Hello, Eloisio. Para treinar a pronúncia, a melhor maneira é você ouvir o CD de áudio e repetir algumas frases e palavras. Tente também gravar o que você repete, para depois comparar com o CD. A fluência verbal também pode ser treinada com gravação. Você escolhe um tópico ou assunto e grava você mesmo falando. Ao ouvir, tente perceber se fez muitas pausas, se conseguiu comunicar o que queria, etc. Regrave até achar que ficou bom. Claro que se tiver condições de conversar em inglês mesmo que com alguém que também esteja aprendendo, isto é um ótimo exercício de “speaking”. Good luck!
Hello, Guto. Vamos à sua pergunta. Nela, você escreve corretamente a regra do S para o afirmativo no presente simples: ele deve ser acrescentado ao verbo quando o sujeito é a 3ª pessoa do singular, ou seja, “he”, “she” ou “it”. Mas note que na frase deste exercício, o sujeito não está na 3ª pessoa do singular, não é “he” nem “she”. Ele é Marie and Pierre, ou seja they, a 3ª pessoa do PLURAL. Neste caso, não se acrescenta o S. É como em português: Ao substituir Marie e Pierre por um pronome, usaremos “ELES”, não é? Veja alguns outros exemplos: “Marie comeS from Paris”/ “Pierre comeS from Paris” / “She comeS from Paris” / “Marie and Pierre come from Paris” / “They come from Paris”. Got it?
Qual seria a chave identificar a utilização correta do Verbo to Be e auxiliar Do/Does?
Hi, Juliano. Vamos ver como funcionam os auxiliares do e does.
Eles pertencem ao presente simples e não são usados em frases afirmativas, somente usamos nas interrogativas e negativas. Outra característica destes auxiliares é que não são usados com o verbo to be.
Portanto vejamos:
Verbo to be: Ex. Afirmativa: We are happy.
Interrogativa: Are we happy? - Negativa: We are not happy .
Aqui o verbo to be significa ser (somos) ou estar (estamos). Não usamos os auxiliares do e does nestas frases porque o verbo aqui é o “to be”, que não necessita de auxiliar.
Outros verbos: Ex. 1 Afirmativa: They learn English.
Interrogativa: Do they learn English? - Negativa: They do not learn English.
O auxiliar DO foi usado para interrogativa e negativa.
Ex. 2 Afirmativa: He lives in Rio.
Interrogativa: Does he live in Rio? - Negativa: He does not live in Rio.
O auxiliar DOES foi usado para interrogativa e negativa.
O S é acrescentado ao final dos verbos quando o sujeito é he, she ou it. Ele desaparece se é usado o does, ou seja, nas frases interrogativas ou negativas não se acrescenta o S, só nas afirmativas (no presente simples).
Ficou mais claro? Note que na frase que você trouxe, “We are not sad”, o are significa ser/estar. O auxiliar DO não é usado, pois o verbo é o to be. Além disso, se disséssemos “we do not sad”, não estaríamos usando nenhum verbo aqui, já que o DO, como diz o nome, é um AUXILIAR, não tem significado. A frase então ficaria sem sentido. Got it? Good luck!
Hi, Neide. Realmente não se fala sobre Halloween nesta coleção, quem sabe numa próxima! Segue um pequeno resumo sobre esta comemoração. Na internet você encontra facilmente mais informações sobre o assunto!
Halloween is an annual holiday celebrated on October 31. It has roots in the Celtic festival of Samhain and the Christian holyday of All Saints. The day is often associated with orange and black, and is strongly associated with symbols like the jack-o'-lantern. Halloween activities include trick-or-treating, wearing costumes and attending costume parties, ghost tours, bonfires, visiting haunted attractions, pranks, telling scary stories, and watching horror films.
Happy Halloween!
Hi, Alan. Os particípios em inglês têm vários usos diferentes. O mais comum é o past participle. Naquela famosa tabela dos verbos irregulares, na primeira coluna fica o verbo no infinitivo, na segunda o verbo no passado e na 3ª é o past participle que aparece. (Nos verbos regulares, ele é igual ao passado (ED) e nos irregulares é diferente). O past pariciple é usado em duas situações: a primeira é no present perfect, um tempo de verbo que você vai aprender com detalhes no volume 10 de nossa coleção e que é formado pelo verbo have e pelo past participle do verbo principal. Exemplos: “I have BEEN here twice”; “She has STUDIED a lot this month”; “They have LIVED in London since 1999.”; “Beth has LOST her car keys.” O outro uso do past participle é como um modificador de um substantivo, ou seja, ele age como um adjetivo. Ex: “BACKED potatoes”; “go to that CLOSED door and turn left.”; “WRITTEN test”. Got it? Good luck!
Hello, Eduardo. O significado mais frequentemente usado da palavra CARRY é mesmo “carregar, levar”, por exemplo, “She was carrying a blue purse”; “He always carries his baby when crossing the street.”. Há, porém, outros significados para esta mesma palavra, e um deles é “ter algo para venda; manter algo em estoque numa loja”. Na frase que você cita, o significado de CARRY é este, OK?
Hello, Eduardo! Aqui entra a questão da tradução ao pé da letra. Às vezes, não podemos traduzir as frases e expressões de uma língua para outra palavra por palavra, senão o sentido se perde. As expressões “Could I have”, “Can I have”, ou “May I have” são muito comuns em inglês e são usadas quando pedimos alguma coisa a outra pessoa, especialmente num restaurante, num balcão de vendas, etc. Seu significado é o mesmo que quando dizemos em português “Você pode me dar”; “Você poderia me dar” ou ainda “Eu quero/gostaria de”. É mais importante e muito mais eficiente você decorar a expressão inteira e saber a qual expressão em português ela corresponde do que tentar entender cada palavra. Realmente fica sem sentido traduzirmos literalmente, pois estaríamos dizendo “Eu poderia ter o bacon embalado à vácuo?” Soa estranho, não é? Se você clicar em “Confira todas as Perguntas” pode dar uma olhada nas respostas às perguntas de Stephane – Ipatinga/MG (dúvida 2) e de Alex – BH (dúvida 3), que também tratam de tradução não literal de expressões. Good luck on your studies!
Hello, Adriana. Vamos ver suas dúvidas:
1. A palavra PRACTICE tem algumas peculiaridades: Nos Estados Unidos, ela é escrita sempre com C, tanto quando ela é um verbo (praticar), quanto quando é substantivo (prática). Já na Inglaterra, quando ela é verbo, é escrita com S e quando é substantivo, é escrita com C.
Exs.: EUA: “You need more practiCe.” (Você precisa de mais prática) (substantivo); “You need to practiCe this skill.” (Você precisa praticar esta habilidade)(verbo). Inglaterra: “You need more practiCe.”; “You need to practiSe this skill.”
2. As palavras PERHAPS e MAYBE são sinônimas, ambas querem dizer TALVEZ e posem ser usadas sem distinção.
3. Quanto à frase “England does have some very good...”: Você aprendeu corretamente que o auxiliar DOES é usado, no presente, para 3ª pessoa do singular, em frases INTERROGATIVAS OU NEGATIVAS. Segundo esta regra, o DOES não deveria aparecer na frase que você cita, pois ela é afirmativa. Acontece que o auxiliar DOES está aí por um motivo diferente. Ele aqui serve para enfatizar, é como se significasse “mesmo”, “realmente”, “sim”, (no caso: “A Inglaterra tem, sim, alguns bons...”). Veja alguns outros exemplos deste tipo de uso: “Paul does have a big house!”; “It’s not a joke, I do want to leave”. (Paul realmente tem uma casa grande! / Não é piada. Eu quero mesmo ir embora.)
4. Quanto ao tempo de audição do CD e do DVD, cada um deve descobrir seu tempo ideal. Algumas pessoas pegam mais rápido, outras, mais lentamente. É você quem deve decidir se passa para frente. Tente perceber se está se sentindo segura, se entendeu tudo, se aquilo que ouviu já soa conhecido para você. Aí, mude para a próxima lição, OK?
Hi, Suellen. Os definite e indefinite articles são os artigos definidos e indefinidos, igual em português: A e AN são indefinidos, querem dizer um/uma e não são usados no plural (diferente de português, onde usamos uns/umas). Exemplos: a table, a hat, a person, an Idea. (uma mesa, um chapéu, uma pessoa, uma idéia).
O artigo definido é o THE, que quer dizer O, A, OS ou AS, por exemplo, the table, the hat, the person, the Idea, the dogs, the streets. (A mesa, o chapéu, a pessoa, a idéia, os cachorros, as ruas)
Os artigos são omitidos quando os substantivos são usados de forma genérica. Veja, por exemplo, a palavra MUSIC. Se ela é determinada, por exemplo, “a música de tal compositor”, usamos o artigo (“the music of Beethoven), mas se quisermos falar de música genericamente, dizemos, por exemplo, “We love music”, ou “Music makes you happy”, sem o artigo. Outro exemplo, a palavra MAN. Se queremos dizer “um homem”, ou “o homem”, usamos o artigo definido ou indefinido, respectivamente, (a man/the man). Mas se pensamos no termo genérico, não usamos o artigo, por exemplo, “Man is a clever animal”. Fora isto, não usamos artigos indefinidos com plurais (“I like to eat apples”; “I bought t-shirts”) nem com palavras incontáveis (matéria vista no volume 5). (Exemplos: “I need some milk.” ;“I don’t have any shampoo.”). Dê uma lida nos diálogos das sitcoms, tentando prestar atenção no uso dos artigos. Isto ajudará na fixação do aprendizado, ok? Good luck!
Hello, Débora. Realmente, o speaking é difícil de treinar quando estudamos individualmente. Tente encontrar algum amigo que também esteja aprendendo e queira falar um pouco de inglês com você. Outra dica é você usar um gravador para gravar você falando: Escolha um assunto de seu interesse e fale por alguns minutos. Depois, ouça o que falou, tentando perceber erros, pausas muito longas, problemas de pronúncia, aí grave novamente corrigindo o que percebeu.
Quanto ao genitivo, nós normalmente usamos ‘s quando quem possui é uma pessoa ou um animal (the lawyer’s office, the cat’s fur, the man’s shirt). Senão, usamos “of”, como por exemplo,” the window of the bedroom”, “the beginning of the day”. Usamos ‘s para organizações e grupos de pessoas, por ex, “the company’s policy”, “the store’s name”. Também podemos usar ‘s com nomes de lugares, por ex, “Brazil’s system of government”, “the world’s population”. Note, porém, que o exemplo que você deu não é um caso de genitivo, mas sim um substantivo com um qualificador: terror qualifica filme. Que tipo de filme é este? De terror. Se usássemos o genitivo, estaríamos dizendo “o filme do terror”, como se o terror possuísse o filme. Ficaria sem sentido, não é? Good studies!
Hi, Célio. Sim, a falta do pronome na segunda parte da frase significa que o sujeito é o mesmo que está na primeira parte. É como dizermos em português “Eu vou levar suas malas para o quarto e depois vou para a cozinha” (ao invés de “...e depois eu vou para a cozinha”). Não esqueça de que falta um THE antes do room, este erro já foi corrigido na ERRATA do nosso site. (“I’ll take your bags to the room”). Have a nice week!
Hello, Karielle. Você entendeu corretamente, o pronome I deve ser escrito sempre com maiúscula, porém você deve ter olhado nas respostas do ex 4 da lição 2 e este exercício é da lição 1. A resposta que está escrita lá (pag 77) é a correta, letra C.
Hello, Tiago! A pronúncia da palavra TO muda, dependendo de seu local ou função na frase. Mas uma das suas pronúncias é exatamente igual à das palavras TOO e TWO, como você percebeu corretamente. Você saberá qual delas está sendo dita pelo contexto, já que seu significado é diferente.
Quanto à sua segunda dúvida, alguns verbos, quando seguidos de outro verbo, demandam que este último venha na forma infinitiva. Outros exigem que ele tenha final “ing”. Por isso, temos que ver qual verbo é o primeiro dos dois para saber se o seguinte será “infinitivo com to” ou terminará com “ing”. Veja um exemplo de cada:
WANT: demanda que qualquer verbo que o siga venha no infinitivo com to. Ex: I want to go. / I want to study
ENJOY: demanda que qualquer verbo que o siga venha com final “ing”. Ex: I enjoy reading. / I enjoy playing cards.
Mas ainda há outro caso, que ocorre com os “MODAL VERBS” (can, may, might, could, must, etc): Eles sempre são seguidos de verbos NO INFINITIVO SEM “TO”. Ou seja, no caso de um verbo seguir um modal, ele deve vir no infinitivo sem to, sempre. Exemplos: He must go; I may call her; They can swim very well.
Portanto vejamos os exemplos que você dá: “I need to go”, tem TO porque o verbo NEED exige que os verbos que o seguem venham sempre no infinitivo com to. (I need to sleep, He needs to talk, etc)
“You must be tired after your long journey” não tem TO nem ING porque o modal MUST exige que os verbos que o seguem venham sempre no ininitivo SEM TO. (You must call him, She must be the teacher, etc).
See you!
Hi, Tiago. Vamos às suas perguntas. Se você tem dúvidas, é sinal de que está estudando e pensando e as dúvidas são ótimas para aprendermos, não se preocupe com a quantidade delas!
As preposições são complicadas em qualquer língua. Não há muitas regras para quando e quais usar. E assim como em português temos verbos, advérbios, etc. que “pedem” uma preposição e outros que não devem usá-las, em inglês isto também acontece. Algumas palavras exigem o uso de preposições e outras não. O difícil é que nem sempre as que exigem em português o fazem em inglês e vice-versa. É o que acontece no exemplo que você dá. Em português dizemos “depois de algo”, mas em inglês não, a palavra depois (after) não é seguida de preposição (ex. after school, after work, after dark, after your long journey). Como exemplo de palavras em inglês que exigem uma preposição, podemos citar o verbo think (pensar) que sempre é seguido de OF ou ABOUT. Com o tempo e o uso da língua você vai acabar decorando se, quando e qual preposição é necessária para cada palavra. Good luck!
Hi, Eduardo! A frase do livro usa a expressão “in no time” que quer dizer “bem rápido”, “em um minuto”, “logo”. Se a expressão usasse “on time”, estaria correta também, mas teria outro significado: “na hora certa”, “pontualmente”. Got it?
Hi, João Victor. HIM e HER são pronomes do objeto, ou seja, quando há um pronome que não fica no sujeito da frase, mas sim no objeto, deve-se usar não o pronome pessoal do sujeito (I, you, he, she, it, we, you, they) mas sim o do objeto (me, you, him her, it, us, you, them). É como o nosso o/a/os/as/lhe/lhes/te. (chame-o, disse-lhes, etc) Veja alguns exemplos:
Look at him; give her the Money; ask him the question; Carol will tell me the secret; John is going to bring us the package.
Got it?
Hello, Carolina. O verbo LEAVE na frase que você coloca quer dizer sair, ir embora, deixar. A frase significa então “Eu saio de casa/ deixo minha casa, aproximadamente às 8 horas”. GO OUT também pode significar sair (go out of the house) e também é bastante usado no sentido de sair para se divertir, por exemplo, “I go out every weekend” ou “I go out with my friends on Saturdays”.
Hi, Marcos. A palavra QUAY tem, no inglês britânico, a pronúncia igual à da palavra KEY. O som do “i” é parecido com o som de SEE, e com o som de nosso “i”. Já o som de KISS é mais curto, diferente do nosso “i”, parece um “e” misturado com “i”. Já no inglês americano, a pronúncia de QUAY é “kwey”.
A palavra que você cita na sua segunda dúvida é THOUGH, e ela tem dois significados. Na frase que você cita ela vem no final, e por isso quer dizer NO ENTANTO, PORÉM, MAS. Além deste significado, THOUGH quer dizer “apesar de que”, se não estiver no fim da frase. Exemplos: “The house isn’t very nice. I like the garden, though.” (no entanto)
“Though it rained a lot, we decided to go.” “He still argues, though he knows he is wrong.” (apesar de que).
See you!
Hi, José. Há vários personagens nas cenas e os nomes são os mesmos do DVD, provavelmente você notou diferença por causa da pronúncia do nome. Em inglês, a pronúncia de algumas letras é diferente de português. Especifique de qual das várias personagens você está falando que vamos esclarecer sua dúvida, OK?
Hello, Jonas! Você entendeu corretamente, quando usamos o auxiliar do passado (DID), o verbo “volta” para o presente. A frase que você citou, porém, tem dois verbos juntos e então é o primeiro deles que é conjugado, ou seja, que “voltará” para o presente: é o verbo GET (e não o verbo catch). Se a frase fosse afirmativa, e por isso não precisaria do DID, o GET seria mantido no passado: “You GOT caught in the rain”. Com o uso do DID para a interrogativa, ele volta ao presente – did you GET caught. Quanto a este “caught”, na verdade, ele aqui é um particípio, com o nosso “pego” em português. Veja que nós também conjugamos somente o primeiro verbo, que em português neste caso seria o verbo ser: ex foi pego, será pego, seria pego, era pego, etc., e o verbo pegar fica sempre igual, no particípio, independente do tempo em que está a frase. Em inglês seria mais ou menos a mesma idéia. Got it?
Hi, Leandro! No English Way você está aprendendo a língua inglesa e ela é a mesma em todos os lugares. As diferenças são apenas em algumas palavras que são diferentes ou são escritas de modo diferente, e isto você poderá aprender rapidamente, ou de pronúncia: Esta tem alguns sons diferentes, mas não a ponto de ser totalmente outra coisa que se fala/escuta. Além disso, a pronúncia de Agatha e Victor é britânica, porém há personagens no decorrer da coleção que têm pronúncia americana e outros ainda com sotaques (de países de língua não inglesa) como, por exemplo, a Elena. Isto porque atualmente, com a globalização, é muito importante conhecermos e sermos capazes de entender a pronúncia de vários locais, já que poderemos ter contato com pessoas do mundo todo falando inglês. Você pode fazer o curso tranquilamente que sua compreensão e aprendizado não serão prejudicados de modo algum. Seguindo corretamente e completando todo o curso, você com certeza aprofundará bastante seus conhecimentos, all right?
Hi, Ananda. Vamos ver sua dúvida: Quando se fala de um objeto ou animal no singular, usamos, quando queremos substituí-lo por um pronome, a palavra IT. O verbo to be para um sujeito ou pronome na 3ª pessoa do singular (Mary, The dog, the table, etc. e HE, SHE ou IT) é IS. Se, porém, o objeto ou animal for mais do que um, ou seja, se a palavra estiver no plural, não se usa IT, mas sim THEY. Ou seja, recapitulando: He = ele; she = ela; it = ele/ela para objetos ou animais; they = eles, elas, eles/elas para animais ou objetos. Quando o sujeito/pronome está na 3ª pessoa do plural, (John and Mary, the dogs, the tables, ou THEY) o verbo to be é ARE.
A palavra KNIVES do exercício que você cita é o plural da palavra KNIFE, significa FACAS. Sendo plural, o verbo to be será ARE (e se houver substituição por um pronome, este será THEY). Por isso “The knives ARE in the drawer”.
Veja mais exemplos: The dog is black. / The dogs are black. / The table is big. / The tables are big. / It is big. / They are big. Got it?
Hello, Adriana. Quando Agata diz “Well, I can be the glamorous lady at the check-in desk. You’d be the customer”, ela está propondo estes personagens para a encenação, por isso diz “eu posso ser… e você seria a cliente.” Este ‘d é a abreviação da palavra WOULD, que faz com que o verbo, no caso to be, fique no condicional: SER- SERIA. Não estaria errado, porém, ela dizer “you’ll be”, a única coisa é que o sentido muda para “você será”, ou seja, torna-se um pouco mais incisivo. Got it?
Hi, Lucas, how are you? GOTTA e GONNA, assim como WANNA, são termos informais, usados apenas na linguagem oral, que juntam algumas palavras, vejamos quais: GOTTA é o mesmo que “got to” ou até “have got to”, por ex. “I’ve got to go” é falado oral e informalmente, “I gotta go”. Já GONNA é o mesmo que “going to”. “I’m going to do that” fica “I’m gonna do that”. E o WANNA é “want to”, como na música dos Beatles, “I Wanna Hold Your Hand”, ou seja, “I want to hold your hand”. Right?
Hi, Tiago. Vamos falar um pouco sobre tradução. Muitas vezes, não podemos traduzir uma frase ou expressão ao pé da letra, senão pode ficar totalmente sem sentido. Pense por exemplo em traduzir ao pé da letra uma expressão em português, por exemplo, “agora é que são elas”. Não faria sentido nenhum para um estrangeiro, pois o significado da expressão não é o mesmo que o de cada uma das palavras colocadas juntas. Por isso é comum nas traduções, serem colocadas frases que explicam o sentido real (e não ao pé da letra) de uma expressão ou frase.
A frase citada por você faz parte da fala da rainha má na estória da Branca de Neve. A Rainha olha para o espelho e diz "espelho, espelho meu, existe mulher mais bela do que eu?". Foi por isso que a frase em inglês foi traduzida assim. Se pensarmos literalmente, a tradução aqui será “espelho! espelho, espelho na parede... Quem é a mais bonita delas todas?” o que até dá para entender, mas perde a graça, pois não mostra que Agatha está imitando a fala da estória, OK?
Hi, Fernando. O fato de você não entender o que é falado é normal, isto aos poucos vai melhorando, depende totalmente de treino do ouvido, do contato com a língua. No English Way, você treina o listening ao primeiro ouvir o DVD e ao ouvir de novo no CD. Depois treina o reading ao ler as legendas e transcrições. Quando fizer os exercícios estará treinando a gramática e a escrita (writing). Fazendo tudo isso, com o tempo você vai ver que a facilidade para entender vai aumentar, tanto ao ouvir o inglês falado quanto ao ler um texto escrito. Good luck on your studies!
Hello, Alírio. Os conteúdos reaparecem, sim, nos outros volumes. Algumas vezes formalmente, com explicações, e exercícios, e outras, incluídos nos diálogos, nas novas expressões, etc. Quanto às legendas, por enquanto você pode ouvir com a legenda em português primeiro e depois ouvir de novo com a legenda em inglês. À medida que for avançando para os próximos livros, tente colocar direto em inglês, e se não entender tudo, aí então veja em português. Aos poucos você vai se acostumar e conseguir ouvir com a legenda só em inglês ou mesmo sem legenda nenhuma! Good luck!
Hello, Lucia. Vamos lá. No livro 10, pag 45, realmente há um erro, o correto é “to come down with a COLD” e não “a could”. Good job!. Quanto ao teste, na pergunta 3 a resposta é SHOULD, e na pergunta 4 o enunciado deveria ser “choose the CORRECT alternative”.
Hello, Adriana. O que acontece com o uso dos artigos A e AN é o seguinte: Basicamente se diz que para palavras que se iniciam com vogais, usamos o artigo AN, e para as que se iniciam com consoantes, usamos A.
O problema é que o que se considera em inglês é o SOM de vogal e de consoante. Por isso, a palavra USER, que você citou, assim como também UNIVERSITY, UNIVERSE, UNIQUE, etc, começam com o mesmo som que tem a letra Y, que é consoante, por isso usamos o artigo A e não o AN. (A user, A university, etc)
Já o H, em inglês, é às vezes pronunciado e às vezes é mudo. Quando é pronunciado, a palavra será precedida pelo artigo A, já que H é consoante. Quando ele for mudo, o som inicial da palavra será da vogal que o segue, portanto usamos AN. As palavras heir, honour, honest, hour, têm todas o H mudo, portanto usamos o artigo AN. Já, por exemplo, hen, house, hat, horse, têm o H pronunciado, por isso usamos com estas palavras o artigo A. Got it?
Hello, Felipe. A palavra signtseeing é usada com o verbo go para indicar a atividade de ir visitar lugares turísticos. A frase "You can sightseeing" não está correta, porque após o modal CAN não se usa verbos com final ING, somente verbos no infinitivo sem "to" (I can go, She can see, He can study, etc.) Você pode dizer "you can sightsee", aí não está usando o verbo go e está usando sightsee como o verbo no "infinitivo sem to" que segue o modal can. As frases possíveis seriam então: "You go sightseeing"; "You can go sightseeing"; "You can sightsee".
Já electronical é uma palavra bem rara, é muito mais comum dizer electronic appliances. Bye, have a nice day!
Hi, Fabiana. O verbo have e a expressão have got têm o mesmo significado, querem dizer ter. Então, no afirmativo (no simple present) você pode dizer, por exemplo, "They have three English books" e "They have got three English books" e o sentido será o mesmo. Para fazer uma frase interrogativa no simple present, devemos usar o auxiliar DO ou DOES, então com o verbo HAVE esta frase ficaria "Do they have three English books?" Com a expressão HAVE GOT, porém, o HAVE funciona como auxiliar do verbo principal GET, então para fazer uma pergunta, basta inverter a ordem colocando o auxiliar HAVE antes do pronome e do verbo GET, ficando então "have they got three English books?". Concluindo então, tanto "Have you g ot a newspaper?" quanto "Do you have a newspaper?" estão corretos e querem dizer a mesma coisa. See you!
Hi, Nairon. Não são todas as palavras que existem em inglês que aparecem na coleção. É como em português, existem milhões de palavras, sinônimos, expressões, não é possível registrar todas em uma coleção só. Mesmo nós, brasileiros, não conhecemos todas as palavras que existem em português, não é mesmo? No curso English Way você vai aprender muitas palavras, que junto com as aulas e exercícios vão te levar a um nível avançado de inglês. Conforme você for tendo mais contato com a língua, através de filmes, conversas, livros, etc, você aprenderá cada vez mais palavras. Good luck!
Hello, Marques. O DVD é a base do curso English Way. Você deve primeiro assistir a cena (scene) no DVD. Para treinar o listening, conseguir cada vez mais entender o que as pessoas falam, o ideal é você primeiro assistir o DVD sem legendas, ou com legendas em inglês. Depois disso, tire as dúvidas assistindo com legendas em português.
Depois de assistir a cena, passe para a aula (Focus) do DVD, onde serão explicados alguns conteúdos.
Reveja então a cena, tentando encontrar e entender estes conceitos nos diálogos.
Depois, use o livro: leia a transcrição, se precisar leia a tradução, leia o Focus, com as explicações dos conceitos, faça os exercícios, se precisar consulte o vocabulário.
E por fim, sempre que puder ouça o CD. Ele repete os diálogos da cena e a aula do DVD. Quando você ouvir, estará fixando o conteúdo, treinando o listening e analisando a pronúncia.
Deste modo você terá um aproveitamento ótimo do curso. Have a good class!
Hello, Felipe. Vamos às suas dúvidas:
1. “Help yourselves” (plural de “help yourself”) é uma expressão que significa “sirvam-se”. Realmente não dá para traduzir ao pé da letra.
2. Quando perguntamos “Where do you come from?”, estamos querendo saber de onde a pessoa é, ou seja, onde ela nasceu. A resposta vem sempre no presente, “I come from...”. Se dissermos “I came from...” o sentido muda e a frase passa a significar que a pessoa veio de algum lugar naquele momento, e não que nasceu lá. (Ex. “I came from England and the weather there is awful these days!) (Eu vim da Inglaterra e o tempo lá está horrível estes dias)
3. O uso mais comum de “mother” é como substantivo (MÃE). Como verbo, mother quer dizer cuidar de alguém de modo maternal, ou então ser mãe de alguém ou ainda ser o autor de algo. A frase que você coloca, “He is very mother with his guests”, usa “mother” como adjetivo e não como verbo. Como adjetivo (ou também como advérbio), costumamos usar a palavra “motherly” que significa “maternal” ou “de modo maternal”. Sua frase então ficaria correta se fosse “He is very motherly towards his guests”
See you!
Hi, Christian. Se você for até o final do curso English Way, garantindo que assimilou o conteúdo de todos os fascículos, terá condições de se comunicar bem no exterior, não terá apenas o nível básico. As dificuldades numa viagem variam de pessoa para pessoa, de acordo com suas habilidades principalmente no listening e no speaking, que nem sempre são iguais para todos. Mas com certeza se você fizer todo o curso com dedicação e praticar bastante pode viajar sossegado, o que inclusive ajudará você a melhorar ainda mais. Uma dica que pode ajudar paralelamente ao curso é você assistir filmes ou programas na TV, DVD, cinema, que sejam falados em inglês. Mesmo lendo as legendas, preste atenção nas falas, compare com a tradução, isto ajuda bastante. Se for DVD, você pode colocar as legendas em inglês, o que é melhor ainda. Mas isto não deve ser feito se você ainda estiver nos fascículos iniciais do curso, senão a dificuldade será muito grande. Ler livros em inglês (facilitados ou originais) também é muito bom para aumentar o vocabulário e o contato com a língua, suas estruturas e construções. Good Luck!
Hello, Ivis. As palavras “amazing”, “lovely”, “wonderful”, etc. podem ser usadas para descrever o que você sente ou acha sobre alguma coisa, para comentar e mostrar interesse em relação ao que alguém está te falando. Neste caso, são como que um comentário sobre algo. Podem ser usadas tanto por homens quanto por mulheres, sem diferença. Podem também ser usadas como adjetivos qualificando um substantivo, por exemplo, “It was a lovely party”; “This is an amazing story!”, etc. Também neste caso o uso é igual para descrever homens ou mulheres.
Já os adjetivos “Handsome” e “Beautiful” são usados, como você diz, para descrever respectivamente homens e mulheres.
Have a wonderful week!
Hi, Luiz. A correção da errata acrescenta onde não havia (e deveria haver), um artigo definido precedendo o substantivo “room” (quarto), ou seja, estamos dizendo “Eu levarei suas malas para o quarto” e não, incorretamente, “Eu levarei suas malas para quarto”.
Quanto ao modo de estudar, cada um deve encontrar seu melhor jeito. Você deve passar para a próxima lição quando sentir que está seguro quanto ao conteúdo da anterior. Não é necessário decorar tudo, apesar de que isto só irá ajudá-lo, mas você precisa sentir que realmente domina o conteúdo. Esquecer algumas palavras é algo comum, realmente é difícil decorar rapidamente todo o vocabulário estudado. Por isso, se você tiver tempo, é sempre bom rever lições anteriores, anotar o vocabulário que julga mais difícil em um caderno para sempre poder rever ou mesmo usar “truques” para decorar aquelas palavras que teimam em sumir de nossa cabeça, como por exemplo: escrever a(s) palavra(s) em um pedacinho de papel e deixar no bolso para sempre dar uma olhada durante o dia, colar “post-its” nos espelhos de casa com estas palavras mais difíceis, etc. O importante é saber que com a prática e o uso o mais freqüente possível é que você irá fixar todo o conteúdo. Good luck!
Good morning, Tanise. Quanto à resposta do exercício 3 da lição 1, veja a errata aqui no site. Ela já mostrava que a resposta correta é mesmo “a”.
Já em relação ao exercício 4, questão 3, a resposta do livro está correta. Isto porque a palavra “family” poderia ser substituída pelo pronome IT, então o verbo “to be” usado é IS. É como em português, nós dizemos “Minha
família é” e não “minha família são”, não é mesmo? Embora uma família tenha mais do que uma pessoa, ela é uma só família. Se falássemos de mais do que uma família, usaríamos o ARE, pois a palavra “famílias” poderia ser substituída pelo pronome “they”. Ex. “My family is very big”; “Mary is my best friend. Our families are both from Guaiba”. (“MInha família é muito grande”; “Mary é minha melhor amiga. Nossas famílias são ambas de Guaíba”)
See you!
Hello, Sebastião. Os sons de várias letras variam de língua para língua. No caso do inglês, o som das vogais não é igual ao seu som em português. Provavelmente as pessoas que você ouviu falando inglês eram brasileiras e pronunciaram o som do a em back e do u em us como brasileiras. Na verdade, o som do a em back é um som representado pelo símbolo æ, que não existe em português e é mais ou menos a mistura de um “a” com um “e”. É o que você ouviu no DVD. Já o som do u em us, é representado pelo símbolo Λ também é apenas parecido com o nosso “a”, como você percebeu ao ouvir o DVD. Fora isto, há uma leve diferença entre a pronúncia inglesa e a americana, talvez você tenha estranhado a pronúncia do DVD, pois os personagens que você citou usam a pronúncia inglesa e nós, brasileiros, estamos acostumados a ouvir a pronúncia americana, por exemplo em filmes.
O importante é começar a prestar atenção no modo como os personagens pronunciam os sons e aos poucos tentar imitar o modo como eles são falados. Assim, com o tempo, você conseguirá pronunciar as palavras do modo correto. Good luck!
Hello, Everton. Ambas as frases são sobre o presente simples. Vamos dar uma olhada neste tempo:
Com o verbo to be (ser/estar): Para fazer uma interrogação, devemos inverter a ordem sujeito – verbo para verbo – sujeito. Ex: “You are a doctor.” (afirmativo) / “Are you a doctor?” (interrogativo). Para fazer uma negativa, devemos adicionar NOT após o verbo to be. Ex “You are a doctor.” (afirmativo) / “You are NOT a doctor” (negativo).
Com outros verbos: Para fazer uma interrogação, devemos acrescentar, antes do sujeito, o auxiliar do presente simples (DO para I, we, you, they e DOES para he, she, it). Ex: “They like movies” (afirmativo) / “Do they like movies?” (interrogativo). Para fazer uma negativa, devemos adicionar o auxiliar (DO ou DOES) mais o NOT, depois do sujeito. Ex: “They like movies” (afirmativo) / “They do not like movies” (negativo).
Você então deve ver se o verbo na frase que você quer falar é o to be ou não. Na sua primeira frase você queria dizer “não se preocupe, nós não estamos tristes”. “Estamos”, verbo estar, é o verbo to be. Então você deveria dizer “we are not sad” (abreviando, “we aren”t sad”). Já na segunda frase, você queria dizer “Você não o entende”. “Entende”, verbo entender, não é verbo to be, então devemos usar o auxiliar do presente simples. O auxiliar para o pronome YOU, é DO, então a frase ficaria “You DO NOT understand him” (abreviando, “you don’t understand him”). Dê uma olhada no livro 3, lá este assunto está explicado e exemplificado. Good luck on your studies!
Hello, Reinaldo.
Vejamos sua primeira dúvida: “on the weekend” e “at the weekend” querem dizer a mesma coisa: “no fim de semana”, porém “on the weekend” é usado no inglês americano e “at the weekend” no britânico.
Segunda dúvida: alguns verbos em inglês, (ex, want, decide, teach e vários outros) ao serem seguidos por outro verbo, exigem que este último venha sempre no infinitivo (to..). Ex: “I want to go”; “He decided to stay”.
Outros verbos, (ex, enjoy, imagine, dislike e muitos outros) pedem que os verbos que os seguem sejam usados na forma “ing”. Ex: “I dislike watching TV”; “She enjoys travelling”.
Alguns verbos, como o like, podem ser seguidos de verbos tanto na forma infinitiva quanto na forma “ing”. Porém, qualquer verbo com WOULD, exige que um verbo que segue venha na forma infinitiva. Por isso podemos dizer
“I like to do” ou “I like doing”, mas temos que dizer “I would like TO DO”.
Quanto a dizer “Would you like to work this weekend?” ou “Would you like to work on/at the weekend?”, ambos estão corretos, o primeiro quer dizer “neste fim de semana” e o segundo “no fim de semana”. Got it?
Hi, Déia! O futuro em inglês pode ser formado de várias maneiras, cada uma para um tipo específico de situação. Nos livros 7, 9 e principalmente no 10, você poderá estudar todos estes modos. No caso que você transcreveu, está sendo usado o “present continuous” como futuro. O present continuous, além de servir para explicar uma ação contínua no presente (ex. “Eu estou comendo agora” – “I am eating now”), também pode ser usado como futuro, quando se fala de algo já planejado, combinado, por exemplo, encontros, compromissos, etc. Veja: “I’m meeting Jack on Monday”; “I’m playing squash with Beth tonight”; “What time are you seeing Paul?” Estas são coisas já combinadas (arrangements), portanto usamos o present continuous. Got it?
Welcome back, João Victor. O inglês britânico e o americano possuem algumas diferenças na grafia de algumas palavras, há algumas palavras específicas para cada um e as duas regiões têm diferenças na pronúncia de alguns sons. A língua, porém, é a mesma. A gramática, as estruturas, as construções, tudo é igual. Quando se aprende inglês, você está apto a entender tanto os britânicos quanto os americanos. Em pouco tempo você, se quiser, pode estudar as diferenças, que não são muitas. A dificuldade maior costuma ser na pronúncia, mas no English Way, você terá oportunidade de ouvir tanto a pronúncia inglesa, quanto a americana, já que há personagens do DVD que são americanos, justamente para o aluno ter contato com esta pronúncia também. Atualmente, com a globalização, é muito importante conhecermos todas as pronúncias, até a de estrangeiros, já que podemos ouvir seu inglês no trabalho, nas viagens, etc. Don’t worry, o curso serve para os seus objetivos, sim.
Good luck!
Hello, Sueli. Não fique preocupada, a gramática é assim mesmo, leva um tempo para alguém adquirir totalmente os conteúdos. Como em qualquer língua, sempre há exceções para as regras, casos especiais, estruturas diferentes das que usamos em nosso idioma. É preciso tempo e dedicação para aprender e uso constante para fixar. Se você tem tempo livre, é interessante comprar qualquer livro de gramática para iniciantes que venha com exercícios de fixação e de preferência com respostas no final. Deste modo, você pode praticar bastante e fazer uma autocorreção. Good luck on your studies!
Hi, Junior. Pelo que você diz, MPBA é o nome de uma mina de ouro, certo? Então, este não seria um caso de possessive case, já que não estamos dizendo “mina de ouro da MPBA” mas sim “Mina de Ouro MPBA”. Bastaria dizer então “I work at MPBA gold mining” ou então “I work for MPBA gold mining”. Good job!
Hello, Paulo! “Pleasure”, que significa “prazer”, é usado aqui no sentido de diversão, em oposição a uma viagem a trabalho (“business trip”). “Leisure”, que significa lazer, também pode ser usado com o mesmo sentido neste caso.
Quanto à palavra “holiday”, ela é usada na Inglaterra significando “férias”. Já nos EUA, usa-se “vacation” para dizer “férias” e “holiday” para “feriado”. Só que o correto é ON vacation e não IN, OK?
Hi, Ricardo. A palavra “early” significa cedo. Já a palavra “soon”, apesar de às vezes poder ser usada com este sentido, é geralmente usada significando logo. Veja alguns exemplos para entender melhor:
SOON: “See you soon” - te vejo logo, em pouco tempo; “As soon as possible” – Tão logo for possível, tão rápido quanto for possível”; “He arrived soon after his friend had left” – Ele chegou logo após seu amigo ter saído”
EARLY: “I wake up very early” – Eu acordo muito cedo; “Today we arrived early, so we were able to leave before 7” – Hoje nós chegamos cedo, então pudemos sair antes das 7.
Nas seguintes frases do livro 2 você pode ver mais exemplos do uso de “early” – cedo e “soon” – logo:
“It is a little early for me”; “You are up early!”; “Maybe you should go to bed soon”; “You will really need a warmer coat soon, Elena”
See you two soon!
Hello, João Victor. O English Way usa o inglês britânico. Quanto às palavras PRESENT e GIFT, elas são sinônimas, podemos usar ambas nas mesmas situações, tanto no inglês britânico quanto no americano, all right?
Hello, Catherine! Nos EUA, a palavra RENT é mais comumente usada. Na Inglaterra, se usa mais HIRE, mas às vezes os ingleses usam RENT para o aluguel de alguma coisa por longos períodos.
See you!
Hello, Bruna! Esta dúvida já foi respondida para Lucas – Santos. Clique em “Confira todas as Perguntas” e veja a resposta dada a ele para entender os verbos com dois objetos, OK?
Hello, Tatiane. O que está sendo dito nesta página refere-se a quando há outro verbo seguindo o verbo “want”. Neste caso, este segundo verbo deve SEMPRE vir na forma infinitivo com “to”. (“I want to go”; “She wants to sleep”; “They wanted to buy a gift”).
No caso de o verbo “want” ser seguido de outra palavra que não seja um verbo, esta regra não é usada, já que somente verbos podem ser conjugados no infinitivo. No seu exemplo, “I want a car”, a palavra que segue want é “car”, que é um substantivo, então não se aplica a regra acima que serve apenas para verbos. Outros exemplos: “He wanted a dog”; “She wants more money”; “They want you there now”. Got it?
Hello, Fabio.
Creio que sua dúvida surgiu por causa do “eles” (Eles são unha e carne), que em português pode significar o plural de ele, mas também o plural de ele+ela.
Vejamos cada caso: HE significa ELE e SHE significa ELA. Os pronomes do objeto são, respectivamente, HIM e HER.
Se eu disser “She’s hand in glove with him”, estou dizendo que ela é unha e carne com ele, ou seja, eles (plural de ele+ela) são unha e carne. Já para dizer “Elas são unha e carne”, eu deveria dizer “She is hand in glove with her” (ou “they* are hand in glove”) e para dizer “Eles são unha e carne” sendo que “eles” está se referindo ao plural de ele + ele, eu deveria dizer “he is hand in glove with him” (ou “they* are hand in glove).
*THEY = eles ou elas
Got it?
Hello, Ueslei, welcome! Realmente, este ing do “go shopping” não é o present continuous. Acontece que o “ing” em inglês é usado também em outras situações. Vejamos as mais comuns:
A que foi usada aqui: após o verbo go, terminamos o verbo que o segue com “ing” quando este refere-se a atividades esportivas, ou também significando fazer compras. Ex: “go shopping”; “go bowling”; “go jogging”.
Também se termina um verbo com “ing” quando ele inicia uma frase e tem o papel de sujeito desta frase. Ex: “Eating vegetables is good for your health”; “Watching TV is his favourite pastime”; “Working too much can cause stress”
Alguns verbos exigem que sempre que outro verbo os seguir, ele seja terminado com “ing”. Veja alguns destes verbos: enjoy; finish; hate; love; etc. ex: “I enjoy watching TV”; “I hate cooking”; “I finished writing the report at 10 p.m.”
E finalmente, terminamos os verbos com “ing” após preposições. Ex: “Are you good at dancing?” “He is interested in buying a new car” “I am thinking about eating out today”
Com um contato mais frequente com a língua inglesa você vai se acostumando com estes usos, OK? See you!
Hi, Cleber! A resposta “a” é a correta, porque apesar de que uma família tem mais de uma pessoa, a palavra família é singular. Não se fala, neste caso, de várias famílias, mas sim de uma só. Veja a diferença: “My family is in Italy.” “Both Paul and Mary have many brothers and sisters. Their families are very big.” É como em português: “A família dele é grande”; “As famílias dos vencedores são todas do sul”. Got it?
Hi, Edson! Acho que você não olhou a tradução no trecho correto. O que temos no livro é:
em inglês:
Elena: Is the dress too low?
Agatha: No!
Elena: Too tight?
Agatha: No, darling, you look fantastic!
e em português:
Elena: O vestido está longo demais?
Agatha: Não!
Elena: Muito apertado?
Agatha: Não, querida, você está fantástica!
Encontrou? Good! See you!
Good morning, José Antonio. A palavra NOON sozinha significa meio dia, sim. Podemos dizer somente NOON, ou MIDDAY, ou como foi dito no livro, 12 noon, para não confundir este “12” com meia-noite, OK?
Hello, Déia. As palavras TRIP e JOURNEY têm algumas pequenas diferenças, vejamos:
TRIP é a palavra mais comum e é usada em um maior número de situações. Ela é usada para viagens que implicam ir e voltar, enquanto JOURNEY geralmente implica uma viagem só de ida. Normalmente se usa TRIP para viagens mais curtas, apesar de que não está errado usar para viagens longas. JOURNEY geralmente se refere a viagens mais longas, distantes, muitas vezes difíceis. (ex: “A long and difficult journey across the mountains”; “a business trip”; “a trip to New York”)
No inglês dos EUA, se usa TRIP e não JOURNEY para falar de percursos, por exemplo, “a five-minute trip by taxi”. Já na Inglaterra se usa JOURNEY nestes casos, por exemplo, “How long does your journey to work take?”
Got it? Bye!
Hi, Paulo. Algumas pessoas já tiveram esta dúvida, vamos explicar para você também: Como você já disse, corretamente, quando fazemos uma pergunta com o verbo TO BE, devemos inverter a ordem e colocar primeiro o verbo e depois o pronome, o que ficaria, neste caso, “ARE YOU ready?”. Acontece que às vezes, a pessoa está quase que afirmando numa pergunta, como se estivesse só confirmando porque já conhece a resposta. Neste caso, a construção vem como a de afirmativas, isto é, primeiro o pronome e depois o verbo. É o que acontece aqui, Agatha vê que Elena está pronta, então quer apenas confirmar e avisar que vai começar o “treino”. Então diz “YOU ARE ready?” Você pode ver uma situação semelhante clicando em “Confira todas as perguntas” e lendo a pergunta de Clarisvalter – Teresina sobre a frase ”YOU’RE BACK IN LONDON?”, all right? Thanks for your question!
Hi, Felipe, good to have you back! Vamos às suas dúvidas:
1. “How long does it take you…” ou “How long do you take…”: As duas formas estão corretas e são igualmente usadas para perguntar “quanto tempo leva”.
2. Neste caso particular foi usado o past continuous porque Agatha estava falando do conjunto de xícaras que ganhara da irmã. Quando ela viu que uma xícara estava faltando, teve a esperança de que o jogo estivesse sumindo, pouco a pouco, peça por peça. Por isso o “was disappearing”. Se ela não quisesse dar esta idéia do conjunto estar gradualmente desaparecendo, mas sim dizer que esperava que esta única xícara tivesse desaparecido, ela diria “I hoped it had disappeared!”
3. Quando Agatha diz “the bluest eyes”, ela realmente está dizendo algo como “os olhos mais azuis que já vi”. Para dizer “olhos muito azuis”, ela deveria usar “very blue eyes”. (mas “Eyes so blue” não está correto.)
See you later!
Hi, Danielli. Normalmente dizemos os números de uma casa, uma sala, um zip (CEP), etc. algarismo por algarismo (two-one-seven). Mas às vezes se escolhe agrupar alguns deles e não está errado (two-seventeen; twenty-one-seven). Só é regra agrupar quando dizemos um ano, aí sempre se agrupa os dois primeiros e os dois últimos, por exemplo: 1987 – lê-se “dezenove - oitenta e sete” = nineteen eighty-seven. See you!
Hi, Bernadete. A regra que você cita está correta, é a regra geral. Porém, há algumas exceções. Nós normalmente não usamos THE/A com nomes de refeições (lunch, dinner, breakfast), então dizemos, por exemplo, “Let’s have breakfast”; “What time is lunch?”; “She invited me for dinner”. Normalmente só usamos artigos com nomes de refeições se houver um adjetivo antes, como por exemplo, “It was a nice dinner”, “it was the best lunch I have ever had”. Got it?
Hi again, Stefane, welcome back! Vamos ver suas dúvidas:
1. HAVE GOT e HAVE têm o mesmo significado e podem ser usados nas mesmas situações, com o sentido de TER, possuir alguma coisa ou alguma característica (“I have a new car”, “I have blue eyes”; “I have got a new car”, “I have got blue eyes”) ou também de ter que fazer alguma coisa (“I have to work”; “I have got to work”). Os ingleses usam mais o HAVE GOT que os americanos. Mas o sentido é o mesmo, OK?
2. A palavra charter muitas vezes é usada também em português, (vôo charter) querendo dizer o mesmo que vôo fretado. (As agências de turismo compram todos os lugares do avião e repassam para o cliente).
3. Neste caso está sendo usado um tempo de verbo chamado present perfect, que será ensinado no livro 10. Aqui este tempo é usado porque se trata de uma ação que começou no passado recente (quando elas começaram a dramatizar a situação do avião), mas ainda não terminou (ainda estão dramatizando). Mas não se preocupe com isto ainda, aguarde mais um pouco e no livro 10 você aprenderá este tópico com detalhes, OK? See you!
Hi, Rolim. Suas duas perguntas referem-se ao presente simples. Neste tempo de verbo, quando o sujeito da frase é HE, SHE ou IT, devemos acrescentar um “S” no final do verbo, sempre que a frase for afirmativa. (mas não acrescentamos o “S” se ela for interrogativa ou negativa). Este “S” não tem nenhuma relação com o plural, por isso quando a frase tem como sujeito os pronomes I, YOU, WE ou THEY, (mesmo que we e they representam mais que uma pessoa) não se coloca o “S”. Veja algumas frases de exemplo: “I work in London”; “He lives in Spain”; “She likes reading”; “They play soccer”; “We watch TV in the evening”. Clicando em “Confira todas as Perguntas” você pode dar uma olhada na resposta às perguntas de João Vicente e de Otávio, que também se relacionam a este assunto. Good luck!
Hi, Elison. No livro 3, pag. 39, está a descrição do interrogativo no simple present. Quando fazemos uma frase interrogativa, devemos usar um auxiliar, (DO para I, you, we, they ou DOES para he, she, it) antes do pronome. O interrogativo da frase “You speak French.” então, seria “Do you speak French?”. Outros exemplos: “He plays soccer” – “Does he play soccer?” / “They live in Madrid” – “Do they live in Madrid?”. Sua pergunta, porém, foi um pouco adiante. Você estava querendo fazer uma interrogação na negativa, veja: “você fala francês” (afirmativo) – “você fala francês?” (interrogativo) – “você não fala francês.” (negativo) – “você não fala francês?” (interrogativa no negativo). Esta frase então teria que usar o auxiliar (DO) antes do sujeito, pois é interrogativa, mas também o NOT, pois é negativa. Isto daria então “Don’t you speak French?”. Got it?
Hello, Beatriz! A tradução da expressão “tirar (fazer) uma foto” para o inglês é “take a picture”. Em todas as línguas há grupos de palavras que se associam entre si, mas não se associam com outras palavras. Isto se chama “collocations”, (combinação de palavras). Por exemplo, por que em português dizemos “abrir o apetite” e não “fechar o apetite”, mas sim “estragar o apetite”? É como usamos, apetite “vai” com abrir, ou estragar mas não combina com fechar, encontrar, etc. Por que dizemos “pôr a mesa”, mas dizemos “fazer a cama”? São combinações de palavras, fixas na língua. Em inglês se dá o mesmo, por exemplo, no caso que você cita: quando queremos dizer “tirar uma foto”, “picture” se associa com “take” e não com “make” ou outro verbo. Aprender um novo idioma é, além de conhecer as palavras, a gramática, as construções, também conhecer as collocations, e isto se dá como o uso e estudo contínuo. Sem perceber, com o passar do tempo você vai usá-las corretamente! Good luck!
Hello, Adenilson. Vamos às suas dúvidas
1. Este myself usado neste exemplo mostra alguém respondendo a um provável pedido de informações sobre o local, explicando que também não sabe, pois também é de fora. É semelhante a dizer “Sorry, I’m a stranger here TOO”. Sem o too ou o myself, a frase também está certa, porém não frisa este aspecto da pessoa ela própria, ela também, ser de fora, assim como quem solicitou a informação. Veja dois exemplos: a. - Do you come here everyday? - No, I am a stranger here.
b. – Excuse me, where is the toilet? - Sorry, I don’t know, I am a stranger here myself.
2. Você poderia usar “How was it yesterday” que também estaria certo!
3. Em inglês estaria errado, ficaria sem sentido dizer esta frase sem o “SO” no final. Este “SO” está substituindo o que a frase anterior dizia, ou seja, seria o mesmo que dizer “you don’t think it is difficult to be a waitress?”. Seria como dizer em português: “Você não acha isso?” Got it?
Hi, Felipe. Vamos falar das duas frases que você citou. Na primeira, “Harold says...” (pag 33), realmente foi usado o simple present, mas com o objetivo de descrever algo que Harold sempre diz. É diferente, mesmo em português, dizer “Ele disse que...” e “ele diz que...”. No primeiro caso, se relata algo dito no passado. No segundo, se relata algo que a pessoa tem o hábito de dizer, diz várias vezes, “sempre diz”. Em inglês se dá o mesmo: “Harold said...” estaria relatando algo que Harold disse uma vez no passado. “Harold says...” relata algo que ele sempre diz, um hábito, coisa que pede o uso do simple present.
A segunda frase, da pag. 56 (“Betty take you shopping?”) não está usando o simple present. Esta frase, no simple present, seria “Does Betty take you shopping?” Na verdade, a frase é um jeito informal – e se considerarmos a gramática, errado – de usar o passado. Victor deveria ter usado aí o auxiliar do passado – DID – que ficou faltando, já que a frase é interrogativa. Só que como é informal, ele omitiu este DID.
Deu pra entender? Have a nice week!
Welcome, Elton!
“I’ve” é a abreviação de “I HAVE”, por exemplo: “I’ve got a new car” = “I have got a new car”
Já “I’d” é a abreviação de “I would”, por exemplo: “I’d like a cup of tea” = “I would like a cup of tea”, sendo que would é o formador do condicional. (Gostaria, neste exemplo).
Bye!
Hi, Hugo.
Realmente pick out é mais comumente usado como escolher. Pick também é usado com este sentido, mas em geral sem o UP. (“Take your pick!” “The winner gets first pick of the prizes”).
Na frase “Victor is punctual like always” o “like” está sendo usado no lugar de “as”, como é feito frequentemente no inglês informal. No inglês formal e correto, seria “as always”. See you!
Hi, Lucas, welcome back!
O modal verb “should” é usado para conselhos, significa “devia”, “deve”, “deveria”, por exemplo, “you look sick, you should see a doctor” (“você parece doente, deveria consultar um medico”) ou “Your grades are not very good, you should study more!” (“Suas notas não estão muito boas, você deve estudar mais!”)
Já o modal verb “may” é usado para permissão (May I open the window?”) (Posso abrir a janela?”) e para possibilidade, por exemplo: “Robert may be at home now” (“Robert pode estar em casa agora”), ou “I may go to London next month” (“Talvez eu vá a Londres no mês que vem”) ou ainda “She wasn’t feeling well yesterday so she may not come to our party tonight” (“Ela não estava se sentindo bem ontem, então ela pode não vir à nossa festa hoje à noite”).
Quanto à resposta da questão 2 da prova (gramática), a alternativa correta é Can, must, don’t have to, veja a errata aqui no nosso site. Bye!
Hello, Marcus. O artigo “a” pode ser pronunciado como um “a fraco”, ( /?/) ou como “ei”. Isto vai depender da região de onde é quem fala, e também da ênfase, o “ei” pode ser usado para ênfase no artigo. De qualquer maneira, na linguagem informal, cotidiana, é bem mais comum pronunciar como (/?/) do que como “ei”. Good luck!
Hi, Lucy, welcome back! As duas frases estão corretas, mas têm significados diferentes: A frase do livro usa a expressão “in no time” que quer dizer “bem rápido”, “em um minuto”, “logo, logo”. Já a sua frase usa “on time” que quer dizer na “hora certa”, “pontualmente”. See you!
Hello! Agatha está relatando o que Mr. James fala sobre ela. O uso do presente é um modo de enfatizar que ele sempre diz estas coisas. É como se ela estivesse dizendo: “Mr. James diz que estou sempre atrasada, diz que estou sempre fazendo compras, diz que não ligo para os clientes e diz que eu devo procurar outro emprego”. Se ela usasse o passado, “Mr. James said I’m always late...”, não estaria errado. Seria como “Mr. James disse que...”. A diferença (bem sutil) seria que usando o passado fica a impressão de que ele disse isto uma vez só, provavelmente no momento de despedi-la. Got it?
Hello, Lucy, welcome back! A diferença entre too e very é a seguinte:
Too, significa demais, mais do que o necessário. Very significa muito. Veja nos exemplos abaixo a diferença: “It is very hot.” (está muito quente) “It is too hot” (Está quente demais); “This house is very big” (Esta casa é muito grande) “This house is too big” (Esta casa é grande demais). Right?
Hello, Aiton. Quando Elena pergunta “He lives here?” ela está meio que deduzindo este fato, já que na frase anterior Agatha diz que ele chega lá todos os dias na mesma hora. Portanto, a pergunta quase não é uma pergunta, é mais um “pedido de confirmação”. Elena está quase que afirmando, como se estivesse só querendo checar sua conclusão ou mesmo mostrando surpresa pelo fato. Em casos como este, a construção da frase é como a de frases afirmativas, isto é, primeiro o pronome e depois o verbo, sem inversão se for o verbo “to be” e sem uso de auxiliares para outros verbos. Sua dúvida é semelhante às dúvidas de Kelly - Osasco, e de Clarisvalter – Terezina, clique em “Confira todas as Perguntas” e você poderá ver outras frases similares. Thank you!
Good morning, Stefane. Vamos às suas dúvidas:
1. Na frase “Is your boyfriend eating with us?”, foi usado o tempo chamado present continuous, formado pelo verbo TO BE mais um verbo com a terminação “ing”. Este tempo, além de ser usado como o nosso gerúndio, (ver livro 6), é também utilizado para referir-se a algo já combinado, marcado, no futuro. Há várias formas de futuro em inglês e esta é uma delas. No livro 10 você verá com detalhes cada uma e suas diferenças. Por enquanto, é importante lembrar que a tradução literal aqui não funciona. Esta frase traduzida literalmente seria “Seu namorado Harold está comendo conosco?”, só que ela está sendo usada como futuro, então a tradução correta é “seu namorado Harold vai comer conosco?” Você pode entender melhor este tempo vendo mais exemplos: clique em “Confira todas as Perguntas” e veja as respostas às perguntas de Alexandre – Belo Horizonte e a de Felipe – Juiz de Fora, que também se referem a este assunto.
2. Sobre a frase “My silly Victor”: Na tradução foi escrito “este bobo do Victor”, pois é mais comum falar deste modo em português. Se traduzíssemos literalmente, seria “meu bobo do Victor” ou “meu Victor bobo”, frases um pouco artificiais, pouco comuns aqui. Já em inglês, falar “this silly Victor” não está errado, mas usando my, Agatha deu uma conotação mais carinhosa e de proximidade com Victor. Muitas vezes a tradução não é literal exatamente porque temos que pensar no modo mais natural, freqüente de se falar em cada idioma e não na tradução palavra por palavra, se o sentido geral for o mesmo, right?
3. Sobre o back em "What time does your family eat dinner BACK in Spain?”: Esta dúvida já foi trazida por Alexandre – Belo Horizonte, clique em “Confira todas as Perguntas” e você encontrará a resposta, OK?
Hi, João. A resposta correta é a última, “I’d like a glass of water”. Glass (copo) é contável, então podemos usar um artigo ou numeral antes deste substantivo. Por que as outras frases estão erradas? A primeira usa a palavra information no plural, o que não existe: em inglês, information é um substantivo incontável e só existe no singular. A segunda frase usa water como contável. Water também é incontável em inglês, por isso não podemos usar artigo ou numeral antes desta palavra. Se quisermos especificar a quantidade, podemos usar, por exemplo, copos de água – glasses of water, como foi usado na última frase. O mesmo ocorre com sugar, da 3ª frase, que também é incontável. Poderíamos dizer “much sugar”, já que “much” é usado para substantivos incontáveis, mas nunca “many” que é usado para contáveis. “Many” poderia aparecer se disséssemos por exemplo, “many spoons of sugar”, já que colheres, colheradas, são contáveis. Tudo isto você pode rever no livro 5 do nosso curso, all right?
Hi, Adenilson, welcome to our site! A sua dúvida é similar à que foi trazida por dkw502@hotmail.com - Sao Bernardo do Campo-SP, quanto à frase “Dylan likes to lift weight” ou Dylan likes lifting weight”. Dê uma olhada na nossa resposta clicando em “Confira Todas As Perguntas” que você entenderá porque podemos dizer tanto “like to spend” quanto “like spending”, ok?
Quanto ao “there should be”, ele une o “modal verb” should (dever – veja no livro 9) com a expressão “there is/there are” (haver, existir – veja no livro 5). Como o should deve ser sempre seguido de verbo no infinitivo (sem “to”), o “there is/are” virá no infinitivo, ou seja, “there be”. O should é colocado então entre as duas partes da expressão, ficando “There should be”. Got it?
E em relação ao “walk around”, este around dá o sentido de passear, andar “por aí”, pelos arredores. Sem ele, usando apenas walk, estaríamos dizendo simplesmente andar.
Good luck!
Hi, Felipe, welcome back! A diferença entre o going to e o present continuous usado para o futuro é muito sutil. Os dois são usados para algo já planejado para o futuro. Na maioria dos casos em que podemos usar um destes tempos, também podemos usar o outro. Só que preferimos usar o present continuous quando falamos de algo já combinado (encontros, compromissos, viagens) e o going to para coisas já decididas, planejadas para o futuro. Exemplos: “She’s going to travel around the world”; “I’m going to make some coffee” (coisas já planejadas ou decididas para o futuro.) “I’m meeting Jack on Monday”; “I’m playing squash with Beth tonight”; “What time are you meeting Paul?” (coisas já combinadas) (arrangements). Se nestes exemplos trocássemos um pelo outro, não estaria errado, só seria algo menos usado.
Quanto à frase “Elena is having difficulties understanding some words”, o verbo understand está na forma ing pois é mais comum usar-se deste modo. Mas não está errado dizer “difficulties to understand.”
See you!
Hi, Leonardo. As respostas estão CORRETAS no gabarito, e são exatamente o que você achou que deve ser: English (item C) na frase nº1 e Portuguese (item B) na nº 3. Talvez você tenha olhado o gabarito de outro exercício. Veja de novo e confira: este é o exercício 3 da pág 71 (livro 1). Got it?
Hello, Clarisvaler, welcome back! Neste exercício do livro 8, (pag 73), a pergunta é “What............ Virginia like doing when she was a child?”. As alternativas para completar são is / was / does / did. Então vamos ver: Esta pergunta refere-se ao passado, pois fala de quando Virgínia era (was) criança. O verbo principal já está na frase, é o verbo LIKE – gostar. Então agora o que falta é acrescentar o auxiliar do passado, que seria o DID, já que, como vimos, precisamos usar um auxiliar para fazer perguntas (e negativas) quando o verbo não é o “to be”. Repare que este DID não é o verbo, como você diz, mas sim o verbo AUXILIAR, que fará com que a pergunta esteja no simple past. Traduzindo a frase: “O que a Virgínia gostava de fazer quando era criança?”
Quanto à linha 3 da página 56 (livro 8), nela Victor pergunta a Agatha: “Did you accept that waitressing job today?”. Este “waitressing job” quer dizer emprego de trabalhar como garçonete, de servir em um restaurante. Seria praticamente a mesma coisa do que dizer waitress job, que também estaria correto, só é um pouco menos comum.
See you!
Hi, Bernardo! Você entendeu corretamente, não se coloca o “S” após o verbo no presente se foi usado na frase o auxiliar does / doesn’t. No canto direito superior da Sala de Estudo, você verá que há uma ERRATA. Clicando lá, você verá que esta falha já foi avisada.
Good Job!
Hello, Jonas. Há algumas diferenças entre o inglês da Inglaterra e o dos Estados Unidos. O verbo PRACTISE se escreve com “S” na Inglaterra e com “C” nos EUA. Clique em “Confira Todas as Perguntas” e veja a resposta dada a Lucy – Rio de Janeiro. Lá você verá mais detalhes sobre esta palavra!
Bye!
Hello, Filipe! O must e o have to são muito parecidos, ambos indicam obrigação e frequentemente podemos usar qualquer um dos dois sem diferença. Mas há em alguns casos uma diferença sutil entre eles que é explicada no livro: Must é uma obrigação onde quem fala a frase está colocando suas próprias idéias, sua própria avaliação, ou seja, uma mãe dizendo ao filho que ele tem que fazer algo, por exemplo, refere-se ao que ela acha ser uma obrigação. Ex.: “You MUST go to the shower now!” Ou mesmo quando eu próprio digo “I MUST study this subject!”, significa que na minha avaliação (e fui eu que falei a frase), estudar é uma obrigação.<
Porém, se a obrigação é imposta mas não por quem diz a frase, se é um simples fato, ou se é uma lei ou uma regra externa, usa-se have to, por exemplo: “You have to pay 5 dollars to get into this museum” (a regra é do museu); “I have to work late every Tuesday” (regra do escritório); “Children have to wear uniforms in many schools” (fato).
Quanto ao exercício 5 do livro 8 – lição 1, ele trata dos comparativos, superlativos e comparativos de igualdade. Eles foram vistos no livro 5 – lição 2 e no livro 6 – lição 1. Você deverá completar as frases avaliando se o adjetivo “central” é usado sem modificação; se é usado como comparativo (mais central); se é usado como superlativo (o mais central de todos); ou se é usado como comparativo de igualdade (tão central quanto). You MUST review books 5 and 6!
Hi, Lucas, welcome back! Vamos dar uma olhada nos verbs with 2 objects: Em português, o que seria isto? Por exemplo, na frase “Entregue a chave para ela”, o verbo ENTREGAR tem dois objetos: o objeto (direto) “CHAVE” e o objeto (indireto) “ELA”. Em inglês, também há frases em que o verbo tem dois objetos. E as regras neste caso são:
- Normalmente, a ordem dos objetos é a seguinte: aparece primeiro a pessoa (“ela”) e depois a coisa (“a chave”).
- Se formos usar pronomes para designar as pessoas, devemos usar aqui os “personal object pronouns” (me / you / him / her / it / us / you / them) (livro 1).
Vejamos então como ficaria a mesma frase que usamos em português: (Primeiro a pessoa, depois a coisa; Usar pronome do objeto) “Give her the key” “Her”(personal object pronoun) corresponde a “ela” e vem primeiro e “key” corresponde à “chave” e vem depois. Outros exemplos: “Pass me the salt”; “Ask him the questions”; “Show us the books”.
- Porém, se a coisa for substituida por um pronome, também devemos usar os personal object pronouns e, além disso, a ordem se inverte, a coisa deve vir primeiro e a pessoa depois. E neste caso, a pessoa vem sempre precedida de “TO”. Exemplos: “Give it to her”; “Pass it to me”; “Ask them to him”; “Show them to us”.
Difficult? Practise, practise, practise!
Hello, Rodrigo. Don’t be disappointed! O que você viu no DVD e que também está escrito no livro 1, é que COME é um verbo regular NO PRESENTE (simple present), o tempo de verbo que está sendo ensinado neste volume. O que você escreveu acima, “come/came/come”, refere-se ao PASSADO (simple past) e PARTICÍPIO (past participle) deste verbo, algo que só é visto no volume 8 de nossa coleção. No passado sim, o verbo COME é irregular.
Vamos dar uma olhada no que significa um verbo ser regular no PRESENTE (simple present): Se o verbo não é o “to be”, a conjugação dele é igual para todos os pronomes a não ser para HE, SHE e IT, onde se acrescenta um “S” no final. O verbo COME, portanto, é conjugado da seguinte maneira, no simple present tense:
I COME / YOU COME / HE COMES / SHE COMES / IT COMES / WE COME / YOU COME / THEY COME.
O verbo no presente é chamado de irregular quando ele tem que ser modificado para receber este “S” na terceira pessoa do singular. Por exemplo: I GUESS – HE GUESSES (e não “guesss”) ou I HAVE – HE HAS (e não “haves”) ou ainda, I FIX – HE FIXES (e não “fixs”). Got it? Have a nice week!
Hello! Vamos ver o que acontece quando um verbo é seguido por outro verbo:
1. Para alguns verbos específicos, o verbo que os segue deve vir sempre na forma “ing”. Por ex, ENJOY: “I enjoy waking up early”; “He enjoys singing”; “They enjoy eating japanese food”.
2. Para outros verbos específicos, o verbo que os segue deve vir sempre no infinitivo. Por ex. AGREE: “She agrees to follow the rules”; “He agreed to go”; “I agree to resign”.
3. Para um terceiro grupo de verbos, o verbo que os segue pode vir tanto no infinitivo quanto na forma “ing”. O verbo LIKE é um deles. É um pouco mais comum usarmos a forma “ing”, mas o infinitivo não está errado. Então podemos dizer, corretamente, tanto “Dylan likes to lift weight” quanto “Dylan likes lifting weight.”
OK?
Hello, Marisa. Clicando em “Confira Todas as Perguntas”, você pode ver a resposta à pergunta de
Sérgio – São Paulo, que era igual à sua, all right? Bye!
Hi, Mario. As palavras TOO e ALSO são sinônimas, ambas querem dizer TAMBÉM. A diferença é no uso:
ALSO é um pouco mais formal que TOO, normalmente vem antes do verbo principal ou depois do TO BE. TOO é mais comum no inglês falado e informal. É normalmente usado no final da frase.
Exs.:
- Paul is a doctor.
- Really? I am a doctor too!
Pamela reads at least 4 books a month. Karen also reads much.
Pamela is a good student. Karen is also a good student.
You’re also a good student, Mario!
Hello, Kelly. Como você mostrou ter aprendido bem, quando fazemos uma pergunta com o verbo TO BE, devemos inverter a ordem e colocar primeiro o verbo e depois o pronome, o que ficaria, neste caso, “ARE YOU ready?”. Acontece que às vezes, a pessoa está quase que afirmando numa pergunta, como se estivesse só confirmando porque já conhece a resposta. Neste caso, a construção vem como a de afirmativas, isto é, primeiro o pronome e depois o verbo. É o que acontece aqui, Agatha vê que Elena está pronta, então quer apenas confirmar e avisar que vai começar o “treino”. Então diz “YOU ARE ready?” Você pode ver uma situação semelhante clicando em “Confira todas as perguntas” e lendo a pergunta de Clarisvalter – Teresina sobre a frase ”YOU’RE BACK IN LONDON?”
Bye!
Hi, Dulce Maria. Clicando em “Confira Todas as Perguntas” você pode ver as respostas às dúvidas de Fabio – Santos, às de Jordilla – S. José do Rio Preto e às de Fabiana – Campo Grande, que também se referem ao “possessive case” e explicam um pouco mais dos detalhes. See You!
Hello again, Dulce Maria. O verbo APOLOGISE pode ser escrito tanto com S quanto com Z. Nos Estados Unidos se usa mais com “Z” e na Inglaterra, com “S”. Há algumas diferenças entre o inglês da Inglaterra e o dos EUA, mais ou menos como entre nosso português e o de Portugal. Leia a pergunta de Lucy – Rio de Janeiro, que também fala de uma palavra escrita de forma diferente pelos ingleses e pelos americanos. Bye!
Hi, Felipe! Realmente a regra é que após uma preposição, o verbo deve vir com final “ing”, por exemplo, “I thought ABOUT goING to the movies”. Acontece que na frase que você citou, “TRAVEL” é um substantivo e não um verbo (por coincidência, o verbo VIAJAR e o substantivo VIAGEM são iguais em inglês). Elena disse então: “Estamos aprendendo palavras sobre VIAGEM”. Se fosse o verbo, seria TRAVELLING.
Quanto ao WINDOW SEAT, é o modo como se usa normalmente. Seat at the window (ou by the window) não está errado, só não se usa tão comumente.
E quanto à sua terceira dúvida: Elena diz “I will come from work”, querendo dizer “Eu virei do trabalho”. Se disser “I will go from work” estará dizendo “Eu irei do trabalho”.
See you!
Hello, Lucas. Vamos ver primeiro o equivalente em português. Se dissermos, por exemplo, “Nadar faz bem à saúde”. O verbo “nadar”, nesta frase, está servindo como sujeito dela, e o verbo do objeto é “fazer”, ou seja, “o que é que faz bem à saúde? Nadar”. Poderíamos trocar “nadar” por “natação”, um substantivo, que a frase teria a mesma construção. Em inglês, quando queremos fazer este mesmo tipo de construção, em que um verbo vai ser o sujeito da frase, vai fazer papel de substantivo, devemos
usá-lo com terminação “ing”. A frase acima, então, ficaria “Swimming is good for your healh”. Outros exemplos: “Eating too much makes you fat” (Comer demais te deixa gordo); “Going to the movies is my favourite hobby” (Ir no cinema é meu hobby favorito”). No exercício em que aparece este assunto, (livro 7 pag 48, ex 1) apenas a sentença nº 1 (…..READING.... English is easier than …..WRITING.... it.) usa esta estrutura. Todas as outras, de 2 a 6, não se referem ao assunto Noun Infinitive, mas sim a outros assuntos como present continuous, simple present, entre outros.
Studying English is nice, isn’t it, Lucas?
Hello, Lucy! A palavra PRACTICE tem algumas peculiaridades: Nos Estados Unidos, ela é escrita sempre com C, tanto quando ela é um verbo (praticar), quanto quando é substantivo (prática). Já na Inglaterra, quando ela é verbo, é escrita com S e quando é substantivo, é escrita com C.
Exs.: EUA: “You need more practiCe.” (Você precisa de mais prática) (substantivo); “You need to practiCe this skill.” (Você precisa praticar esta habilidade)(verbo). Inglaterra: “You need more practiCe.”; “You need to practiSe this skill.”
Como vimos na pergunta de Dulce Maria – São Paulo, há algumas diferenças entre o inglês da Inglaterra e o dos EUA, mais ou menos como entre nosso português e o de Portugal.
Good Job!
Hi, Israel. Em inglês, quando queremos dizer que estivemos em algum lugar (onde já não estamos mais), dizemos “I’VE BEEN THERE”. O verbo “STAY”, em inglês, significa ficar, passar um tempo em algum lugar, então quando dizemos “I’VE STAYED THERE” estamos dizendo “eu fiquei lá” e se estamos falando de um hotel, teria o sentido de “Eu fiquei hospedado lá”.
Veja um exemplo:
- Have you been to England? (Você já ESTEVE em Londres?)
- Yes, I went there last year. (Sim, eu fui lá no ano passado)
- Where did you stay? (Onde você FICOU?)
- I stayed at the Royal Hotel. (Eu FIQUEI (HOSPEDADO) no Royal Hotel)
Got it?
Hi, Lucas. As preposições são difíceis em qualquer língua, exatamente por que há muito poucas regras, a maioria delas se aprende pelo uso constante da língua. Uma mesma preposição (incluindo todas que você citou) é usada em vários contextos diferentes e com significados diferentes. Às vezes a preposição é usada devido ao objeto da frase, outras vezes o próprio verbo “pede” determinada preposição. Aos poucos, no livro, você verá algumas regras e ao mesmo tempo, por estar lendo, ouvindo, assistindo, terá mais contato com a língua e passará a perceber o que usar. O importante é fazer o que você tem feito: tente sempre perceber onde são usadas e com o tempo seu uso ficará natural para você.
Good Luck!
Hi, Alex. Não, este modo não está correto. Você provavelmente está pensando no tempo de verbo “present perfect”, que será visto no nosso curso no livro 10. O modo correto seria “I’ve stayed” ou “I’ve been staying”. No livro 10 você verá as situações em que se usa este tempo, que se refere a um passado interligado com o presente. Espere só mais um pouquinho! Bye!
Hello, Larissa. Estes dois “LL” são a abreviação do auxiliar “WILL”, usado no futuro. Nos exemplos que você deu, “I’ll be right back” é o mesmo que “I WILL be right back” e “I’ll take your bags” seria “I WILL take your bags”. Você pode ver sobre o futuro com WILL no livro 7 e depois nos livros 9 e 10, OK?
Quanto aos pronomes, lembre-se o seguinte: o object pronoun, como diz o nome, vem depois de verbo, na função de objeto direto, ou depois de preposição na função de objeto indireto. Quando o pronome tem função de sujeito, e não objeto, usa-se o o subject pronoun, ou seja, I, YOU, HE, SHE, IT,WE, THEY. No exemplo que você deu, “Tony thinks she is intelligent”, (Tony acha que ELA é inteligente), usamos o SHE, que é o sujeito do verbo IS (to be) e não objeto do verbo THINK. Colocando a palavra “that” nesta frase, fica mais fácil entender: “Tony thinks that she is intelligent”. Outros exemplos do uso dos OBJECT PRONOUNS: “He sends her many letters”; “Play with me, please!”; “Can you speak to him?” “Tell them about the problem”; Já os SUBJECT PRONOUNS viriam em frases como: “Mary says that he is sick” (ou “Mary says he is sick”); “She tells that they are fine” (ou “She tells they are fine”); They play tennis together”. Got it?
Hello, Bruna. A resposta certa é mesmo “ ’s got”: “She’s got very nice teachers”. Mas há, sim, o verbo TO HAVE neste caso. É que ele está abreviado: a abreviação do “have” é “ ‘ve” e do “has”, usado neste caso, com o pronome SHE, é “ ’s” (igual à abreviação do IS!). A frase então seria “She has got very nice teachers”, que com a abreviação do HAS, fica “She’s got very nice teachers”.
Got it?
Hello, Antonio. O futuro em inglês pode ser construído de várias maneiras. Cada maneira é usada em um tipo de situação. O uso do WILL é explicado no livro 7, mas no livro 9 e principalmente no 10 você aprenderá a diferença do uso de vários tipos de futuro.
Wait and you will see!
Hi, Clarisvalter. Sim, a abreviação do verbo IS (to be) é ‘S e também pode ser usada com nomes próprios, como no seu exemplo em que Victor diz “Agatha, Elena’s here for eight weeks.” (Elena IS here) ou em frases como “Mary’s waiting for you”; “John’s very tall” (“Mary IS waiting for you” e “John IS very tall”).
Goodbye!
Hi, Danielli. Quando usamos o possessivo, a ordem é oposta à usada em português ou em frases com “of”. Quem possui aparece primeiro na frase. “A casa do médico”, que seria “the house of the doctor”, fica então “the doctor’s house”. Outros exemplos:
The book of the teacher – The teacher’s book
The chair of the director – The director’s chair
OK?
Hello, Fabiana. Os POSSESSIVE ADJECTIVES são o que chamamos de PRONOMES POSSESSIVOS em português: meu, teu, seu, nosso, etc. Usa-se para referir posse. Alguns exemplos de seu uso em inglês: “This is MY sister” (Esta é MINHA irmã); “OUR house is that one across the street” (NOSSA casa é aquela do outro lado da rua); ”Don’t forget to take YOUR coat” (Não se esqueça de levar SUA malha); “HER dress is very beautiful” (SEU (dela) vestido é muito bonito).
Quanto ao POSSESSIVE CASE, basicamente se usa quando quem possui é uma pessoa, por ex., em vez de se dizer “The house of John”, se diz “John’s house”; em vez de dizermos “The cat of Mary”, dizemos “Mary’s cat”; em vez de “The book of the student”, “the student’s book”, etc. Há ainda alguns outros detalhes, regras e exceções além desta regra geral. Clicando em “Confira todas as perguntas” você pode ver as respostas às dúvidas de Fabio – Santos e Jordilla – S. José do Rio Preto, que também se referem ao “possessive case” e explicam um pouco mais dos detalhes. Good luck!
Hello, Ana Maria. Vamos dar uma olhada em tempos de verbo, para esclarecer sua dúvida:
Como você entendeu corretamente, o verbo TO HAVE (e também os outros que não o TO BE), deve ser acompanhado de um auxiliar quando for feita uma frase interrogativa no presente. Por exemplo: Do you have a car? Does she have a boyfriend? Do they have to go?
A frase de sua dúvida, porém, não se refere ao presente, mas sim ao passado, ou seja, Victor pergunta para Agatha se ela TEVE um dia produtivo. Vocês ainda não viram o passado, ele será visto no livro 8, e ainda no livro 10 vocês verão o PRESENT PERFECT, um outro tempo de verbo que é usado para situações de passado interligado com o presente. A pergunta de Victor usa este tempo de verbo. Não se preocupe com ele agora, você irá aprendê-lo quando chegar ao livro 10. Por enquanto, pratique o presente, que pelo visto, você entendeu bem. Good Job!
Hi, José Antonio. A pergunta “Do your classes start today?” quer dizer, literalmente: “SUAS aulas começam hoje?” enquanto que a resposta "No. I start classes on Wednesday” quer dizer “Não, EU começo as aulas na 4ª feira.”. Se você quisesse responder com “my” = “meu/minha(s)”, deveria dizer: ‘Não, MINHAS AULAS começam na 4ª feira”, ou seja, “No, MY CLASSES start on Wednesday”. Aí também ficaria correto.
Quanto às frases da Sitcom, “Go and get ready” quer dizer, literalmente, “Vá e se apronte”. “Go get ready”, por sua vez, quer dizer “Vá se aprontar.” Ambas estão corretas. Já “You can ready” não está correto.
Now go practice your English!
Hello, Fernando. A letra “D” é a alternativa correta. É o “present continuous”, que usa o verbo TO BE como verbo auxiliar, junto com outro verbo (principal) terminando com “ing”. Já a letra “B” não está correta porque fica faltando o verbo principal, que no caso seria o GO + ing = going. A frase teria que ser “John is not GOING to the movies.” para ser correta. Clear?
Hello, Felipe. Victor poderia responder com o mesmo auxiliar e neste caso sua resposta seria “No, he won’t”. Neste diálogo, Victor usou o “simple present” para indicar certeza, para “mostrar firmeza” na resposta, contrastando com o will usado por Agatha que dá um tom mais indeterminado, de menos certeza.
Right?
Hello, Sergio. O phrasal verb TO GET ALONG quer dizer DAR-SE BEM COM ALGUÉM. A pergunta HOW ARE YOU GETTING ALONG, seria literalmente “como vocês estão se dando?”, a tradução “Vocês estão se dando bem?” não é literal, mas é o jeito que costumamos falar mais em português, por isso foi colocada assim, já que o sentido é o mesmo.
Quanto ao handsome e gorgeous, veja a resposta à pergunta de Elsa – S. P, clicando em “Confira todas as perguntas”.
See you!
Hi, Luis Claudio. Ambos os modos estariam corretos. ”Johnson’s Hotel” seria “o hotel da família ou do(a) senhor(a) Johnson”, enquanto “Johnson Hotel” seria “Hotel Johnson”.
Have a good week!
Hello, Samuel. Há duas respostas a perguntas anteriores de outras pessoas, que respondem sua primeira dúvida. Clique em “Confira todas as perguntas” e veja as respostas às perguntas de Alexandre - Carapicuiba e de João Vicente – SP e Otávio – Mogi das Cruzes.
Quanto ao JOB e WORK: a pergunta “qual é seu trabalho?” em inglês fica “What’s your JOB”. Veja a resposta à pergunta de Taygaro – Sta Maria. Lá tem explicada a diferença entre JOB e WORK. Mas, além disso, é importante saber que há palavras que são usadas em determinadas frases e outras não. São as “collocations”, palavras que “vão” com outras naturalmente numa língua. É como você perguntar por que se fala “fazer a cama” e “Pôr a mesa” e não “pôr a cama” e “fazer a mesa”. Não há motivo gramatical. É assim porque é deste modo que se usa. Em inglês também existe isto!
E isto se aprende com o uso da língua. Got it?
Hi, Lucas
O verbo TO HAVE pode ser usado com o significado de “ter” e também como verbo auxiliar em alguns tempos verbais como o present perfect, que vocês ainda não viram no nosso curso. O HAVE GOT é usado como verbo “ter”, mas não como auxiliar. Então, sempre que o HAVE tiver sentido de TER, pode ser substituído por HAVE GOT. Alguns exemplos: I have a car / I have got a car; I have to go / I have got to go; She has three sisters / she has got three sisters.
Quanto à palavra SOUND, ela possui vários significados. Dois deles, os mais comuns são o substantivo “SOM” (ex., “The sound of this piano is very beautiful”) e o adjetivo “SÃO”, no sentido da expressão “SÃO e salvo” (“safe and SOUND”). Também é comum usar quando se quer dizer o verbo “soar”, por exemplo, “isto soa estranho” (“It sounds strange”)
Have a good week!
Hello, Jonathan. “To shop” e “to go shopping” são o verbo FAZER COMPRAS, no infinitivo. Podemos usar, por exemplo, “I will shop today” ou “I will go shopping today” (eu vou fazer compras hoje), com o mesmo significado. Be shopping seria o infinitivo do verbo to be, usado com o verbo shop mais a terminação ing, o que se faz nos tempos de verbo “continuous”, como por exemplo o present continuous, já visto no nosso curso. Podemos usar, por exemplo, na frase: “He is shopping.” (“ele está fazendo compras.”), “Are they shopping tomorrow?” (Eles vão fazer compras amanhã?)
Will you go shopping today, Jonathan?
Hello Egle! Para perguntar as horas, usamos normalmente “What time is it?” ou “What is the time?” E para dizer as horas, também não se usa HOUR. Usamos “o’clock” e só para horas cheias! (“São 4 horas”: “It’s four o’clock”; “São 3 e meia”: “It’s three thirty” ou “It’s half past three”)
A palavra HOUR significa o período de 60 minutos, ou seja, usa-se para a duração de um intervalo de tempo, por exemplo: “It takes 3 hours to get to London” (“Leva 3 horas para chegar a Londres”) ou “The class lasts one hour” (“A aula dura 1 hora”).
All right? Now, time to study!
Andréia, você está correta, a alternativa B do ex 1 de gramática deve ser “I not have got a car”, pois “I have not got a car” estaria correto.
Thank you, good job!
Hi, Roni. A pronúncia de outra língua é sempre difícil, depende de muita observação e treino, mas com perseverança, chegamos lá. O ideal é você usar filmes de TV, DVDs e mesmo CDs, tentando ouvir e repetir as palavras e frases. A tabela com os símbolos fonéticos, presente em todos os dicionários de inglês, também ajuda. Quanto a SWEETHEART, se pronuncia como se fosse escrito “SUÍT-HART”, com o “ha” tendo o mesmo som de quando lemos “há, há, há!” (risada).
Goodbye!
Hello, Rogério. A frase está errada por que ARE se usa para YOU, WE e THEY.
"My English", se fosse substituído por um pronome, seria substituído por IT (“ele/a”, para coisas, objetos, animais). Para IT, o verbo TO BE é IS e não ARE. Por isso a frase correta teria que ser “My English IS not very good”.
Got it?
Hello, Clarisvalter
Na Lição, a Elena aparece dizendo ao telefone: “Hello? Chang! Yes, it is very nice here. YOU’RE BACK IN LONDON? Yes, on Saturday night? Okay, okay. Bye, bye.” . Nós já vimos que para fazer uma pergunta com o verbo TO BE, devemos inverter a ordem e colocar primeiro o verbo e depois o pronome, o que daria então “ARE YOU back in London?”, certo? Acontece que há situações em que a pergunta quase não é uma pergunta, é mais uma “confirmação”. No caso, Chang disse a Elena que está de volta a Londres, e ela quis só confirmar se é isto mesmo, ou até, mostrar sua surpresa, por isso usou uma frase com estrutura afirmativa, sem inversão de sujeito e verbo (“YOU ARE back in London?”). É como se a gente estivesse dizendo em português: “É mesmo? Você está de volta em Londres?”
Quanto ao exercício 2 - pergunta número 4 do livro 3, Lição 1: “He has a curly hair”. O erro está no artigo “a”. A palavra hair (cabelo) é incontável, portanto não pode ser usada com artigo. O correto seria “He has curly hair”.
Right?
Hi, Monica. A palavra FISH tem dois plurais: FISH e FISHES. Normalmente se usa FISH, por exemplo: “He eats a lot of fish”; “I bought 3 fish at the market” “Jack went fishing and caught 4 fish”. Porém, quando se quer referir a diferentes espécies de peixes, então usamos FISHES. Por exemplo: “The fishes of the Amazonas River”; “A new research on fishes of the Atlantic” ou ainda “Several fishes in the region have become extint. OK? Bye!
Hi, Jair. Realmente é muito bom ler as dúvidas dos outros leitores, pois isto pode nos ensinar e esclarecer sobre muitos outros tópicos. Basta clicar em Confira todas as respostas que você poderá ler todas as dúvidas respondidas.
Agora as suas perguntas. Com na pergunta de Alexandre – BH, (dê uma olhada!), temos aqui casos em que a tradução não pode ser literal, já que cada língua tem estruturas e construções diferentes. Se traduzirmos ao pé da letra, ficará sem sentido para nós!
O OVER nestes casos é um indicador de mudança de um ponto a outro no espaço, como nas frases que você citou ou nos exemplos “come over and see us sometime!” ou “She sent some people over to help him”. É usado em inglês, mas não tem tradução em português, ou seja, é uma palavra necessária e comum na frase em inglês, mas não se usa na frase em português, por isso na tradução ela fica de fora.
Quanto ao SUCH, é uma palavra difícil de traduzir, pois aparece em frases com construções diferentes do português. Talvez o mais fácil seja pensar na palavra “TÃO”, (“ele é TÃO preguiçoso”, “isto é TÃO caro”). Esta palavra, em inglês, seria o SO. (”He is SO lazy”, “this is SO expensive”). Agora pense em usar, em vez de adjetivos (preguiçoso – lazy/ caro – expensive), um substantivo além do adjetivo (“Ele é um cara tão preguiçoso” “isto é uma coisa tão cara). Temos que mudar um pouco a estrutura da frase, não é? Em inglês também, para usar o TÃO com substantivos, (mesmo que haja adjetivo antes), devemos mudar a estrutura da frase e além disso, usar SUCH em vez de SO. (“He is SUCH a lazy guy”/ “This is SUCH an expensive thing!)
Daí as frases do livro: “My son is such a sofa spud”, seria algo como “meu filho é tão maníaco por TV”, e “Harold and I have such fond memories of Paris” seria “Harold e eu temos memórias tão boas de Paris!”
Got it?
Hello! A preposição ONTO é a soma de ON com TO, dando idéia de movimento, de ir de um lugar ou posição para outro, assim como INTO (in + to). É por isso que é usada por Agatha neste caso. Ela quer dizer algo como ir de nossa rua para a Hornton e da Hornton para a High Street. Mas ela poderia ter dito também “at the top of our Road make a left on Hornton, then make another left on the High Street.”
Got it?
Hi, Thiago. Na verdade as duas palavras são variações informais da palavra MOTHER. A diferença é que se escreve com U na Inglaterra (mum) e com O nos EUA (mom). E a pronúncia é praticamente a mesma.
See you!
Hi, Rafael. Este som é realmente um pouco complicado para nós brasileiros, porque no português ele não existe. Para produzi-lo você deve colocar a ponta da língua nos dentes da frente (de cima), e soltar um pouco de ar. Mais ou menos como falar o “S” com a língua presa. É interessante você tentar ver na TV ou na internet qualquer premiação que ocorreu em países de língua inglesa (por exemplo, o Oscar, o Grammy, o Emmy, etc.), pois quando os ganhadores agradecem dizendo “thank you”, pode-se ver exatamente a posição da língua na pronúncia do “th”.
Good Luck!
Hi, Fordilia. Você vai ver bastante sobre outras formas de indicar localizações e endereços, nos próximos livros da série, principalmente no número 8, OK?
Quanto ao Possessive Case, vamos ver as regras mais importantes: nós normalmente usamos ‘s quando quem possui é uma pessoa ou um animal (the doctor’s office, the dog’s tail, the man’s hat). Senão, usamos “of”, como por exemplo,” the window of the bathroom”, “the end of the story”. Usamos ‘s para organizações e grupos de pessoas, por ex, “the government’s policy”, “the company’s name”. Também podemos usar ‘s com nomes de lugares, por ex, “Brazil’s system of government”, “the world’s population”.
Após um plural que termina em S, usamos somente apóstrofe, sem o s, como nos exemplos “my sisters’ room”, (o quarto de minhas irmãs); “Mr Roberts’ car” (o carro de Mr. Roberts). Good Luck!
Hi, Elza. A palavra “gorgeous” pode ser usada tanto para homens quanto para mulheres e significa lindo/a, muito bonito/a. Já a palavra “handsome” é mais comum para homens, refere-se a uma beleza mais masculina, assim como “beautiful” é mais comum para mulheres, referindo-se a uma beleza mais feminina.
“Dinner” equivale à nossa janta, uma refeição à noite. “Supper” refere-se à última refeição do dia, podendo ser ou um jantar mesmo, só que geralmente menor ou menos formal que “dinner”, ou um lanchinho que se come antes de dormir.
Hi, Lucio. A palavra WHY realmente significa “por que”, mas, além disso, também é usada como uma exclamação para expressar surpresa, como no caso da nossa lição. Veja alguns outros exemplos: “Why Jane, it’s you!” (“Nossa, Jane, é você!”) “Why thank you, dear!” (“Puxa! Obrigado, querida!”).
1. “Are we having dinner now?” é um modo de se falar do futuro próximo e determinado. Usa-se este tempo chamado present continuous, formado pelo verbo TO BE mais um verbo com a terminação “ing”, para, entre outras coisas, referir-se a algo já combinado, marcado ou muito certo no futuro. Outros exemplos:
I’m playing tennis tomorrow. (Vou jogar tênis amanhã)
Ou os exemplo da lição,
Elena: Is your boyfriend Harold eating with us? (Seu namorado vai comer conosco?)
I’m going out with Sam tonight.(eu vou sair com o Sam hoje à noite)
2. DINNER em inglês quer dizer JANTAR (substantivo), mas não equivale ao verbo JANTAR. Para usarmos o VERBO JANTAR, devemos dizer TO HAVE DINNER, ou TO EAT DINNER. “What time does your family dinner”, sem o verbo EAT, estaria errado. Já o BACK, neste caso, quer dizer algo como “LÁ NA Espanha; onde você estava ANTES.”. Sem o back, a frase ainda estaria correta, mas o BACK dá este sentido a mais, de um lugar em que ela já esteve antes.
3. Quanto a esta dúvida, você deve lembrar que as línguas não têm todas as mesmas estruturas de frases, o mesmo modo de usar e agrupar as palavras, então, muitas vezes, a tradução literal não faz sentido em outra língua, já que as palavras podem corresponder, mas a construção não é usada deste modo e com estas palavras nas duas línguas. Por isso, muitas vezes você encontrará uma tradução que não é igual à literal, pois esta última não faria sentido na segunda língua. É como pensar em traduzir palavra por palavra uma frase como “você quer que eu faça isso?” Um inglês ou americano acharia muito estranha esta construção, pois em inglês, ao pé da letra, se diria algo como “você quer-me fazer isso?” (“do you want me to do this?”) A frase que você perguntou tem aquela construção, que faz sentido para eles, e literalmente não tanto para nós. Esta é a parte difícil, mas fascinante das línguas diferentes!
Hello, Renata
Quanto à sua primeira pergunta, “go shopping” em inglês quer dizer “fazer compras”. Não devemos confundir a palavra shopping que usamos em português, com a usada em inglês. Para dizer “vamos ao shopping” em inglês, devemos dizer “we go to the MALL”
Quanto à palavra anniversary, veja a explicação sobre este assunto que já foi dada nas semanas anteriores.
Hi, Maurício
Vamos por partes. O verbo to be varia de pronome para pronome, como você viu no curso:
I AM; you ARE; he/ she/ it IS; we/ you/ they ARE. No passado, I WAS; you WERE; he/ she/ it WAS; we/ you/ they WERE.
Acontece que quando a frase está no condicional, ou seja, iniciada com IF (se), costuma-se usar WERE para todos os pronomes, daí o “If I were” “If he were”, etc. O mesmo ocorre quando a frase usa o verbo “wish”, ex. “I wish I WERE”, “I wish she WERE”, etc.
Fora estes dois casos, está errado usar “I are”, “she are” ou “I were”, “she were”.
Hello, Taygaro. As duas palavras são bem semelhantes, mas há algumas diferenças:
“WORK” é usado para trabalhos num sentido mais amplo, por exemplo, trabalhos em arte, jardinagem, negócios, escolas, etc. Também é usado como trabalho quando alguém é autônomo ou free lancer. Já o “JOB” é usado para empregos, trabalhos permanentes, onde a pessoa é empregada por outra, normalmente é paga. Como se refere a um emprego, a palavra implica contratos, objetivos mais específicos (daí, por exemplo, a expressão “job description”, descrição do trabalho), etc. Vale lembrar que num emprego, você realiza trabalhos, portanto “in a JOB, you do WORK”!
Hi, Lucas. Vamos lá: ISN’T e AREN’T são o verbo TO BE para he, she, it e para you, we, they, respectivamente, na negativa (isn’t é is + not e aren’t é are + not). O verbo TO BE significa “ser” ou “estar”. Ele é usado em casos em que queremos dizer um destes verbos. Veja os exemplos a seguir:
Ele não é brasileiro. -> He isn’t Brazilian. (verbo SER)
Eles não estão cansados. -> They aren’t tired. (verbo ESTAR)
Nós não somos casados. -> We aren’t married (verbo SER)
Agora vejamos o DO/DOES: Para todos os outros verbos em inglês, que não sejam o TO BE, ao fazermos uma frase negativa ou interrogativa, no presente simples, devemos usar um auxiliar (DO para I, you, we, they e DOES para he, she, it). Portanto, tomemos como exemplo algumas frases na negativa, como você perguntou, com vários verbos diferentes:
Eu não falo muito -> I do not speak much ( I don’t speak much) (verbo FALAR)
Ela não compra aqui -> She does not buy here (She doesn’t buy here) (verbo COMPRAR)
Nós não sabemos -> We do not know (We don’t know) (verbo SABER)
Eles não querem café -> They do not want coffee (They don’t want coffee) (verbo QUERER)
E assim por diante, sempre usamos don’t e doesn’t se o verbo for outro que não o SER/ESTAR = TO BE.
Hi, Sergio
O artigo “a” pode ser pronunciado como um “a fraco”, ( /ә/) ou como “ei”. Isto vai depender da região de onde é quem fala, e também da ênfase, o “ei” pode ser usado para ênfase no artigo. De qualquer maneira, na linguagem informal, cotidiana, é bem mais comum pronunciar como ( /ә/ ) do que como “ei”.
Hi, Alexandre and Gilberto
Sim, o pronome they é plural tanto de he e she quanto de it. Portanto, se quero dizer, por exemplo: “Veja estes cachorros, eles estão sujos!”, eu diria “Look at these dogs, they are dirty!”
E também para objetos: “As mesas não são grandes, elas são pequenas” ficaria “The tables aren’t big, they are small.”
Hello, Leandro.
Realmente a palavra quite tem muitos significados e alguns bem variados! Na lição que você estudou, a tradução é bastante. Mas quite pode também significar muito, muitíssimo, consideravelmente, completamente, e até moderadamente, entre outras coisas! O único modo de saber exatamente o significado da palavra é pelo contexto da frase, ou, quando ela é falada, pelo tom de voz ou pela ênfase dada à palavra em relação às outras. Por isso, se falarmos por exemplo “quite tall”, isto pode significar desde "não muito alto" até "altíssimo".
Hello, Ana.
Anniversary quer dizer aniversário de qualquer evento ou acontecimento, ou seja, comemoração de mais um ano desde que o fato aconteceu. Pode ser wedding anniversary (aniversário de casamento) como na lição, birthday anniversary (ou simplesmente birthday, aniversário), e vários outros. E pode ser de formatura, sim, aí seria graduation anniversary.
Hello, Alexandre.
Vamos falar sobre o TO BE e o DO. O verbo TO BE em inglês é diferente dos outros. Para fazermos uma pergunta com ele, não usamos o verbo auxiliar. Basta inverter a ordem, colocando primeiro o verbo (TO BE) e depois o pronome. Veja: He is Brazilian (afirmativo) -> Is he Brazilian? (interrogativo).
O mesmo para negativo, basta colocar o not depois do verbo TO BE, não utilizamos o auxiliar neste caso também. Ex: You are a doctor (afirmativo) -> You are not a doctor (negativo). / I am a student -> I am not a student.
O auxiliar, (DO, DOES) no presente, só é usado com os outros verbos, que não o TO BE.
Ex. “They do not work here.” / “You don’t look well” / “Do you like theatre?” / “He doesn’ want to leave” / “Does it cost too much?”
Hello, Sergio. A frase que você não entendeu quer dizer “Nós geralmente vamos para cama antes da meia noite!”, ou seja, Victor explica que vão dormir cedo em relação aos horários da Espanha, que nunca poderiam jantar às 22 horas se vão dormir antes da meia noite.
Got it?
Hi, Cícero. Realmente se quiséssemos dizer “Ela é a nova garota”, diríamos “She is the new girl”. No caso da lição, porém, se usa “It’s” por que se trata de um caso onde não há um sujeito específico, cuja tradução seria algo como “É a nova garota”. Em inglês não pode haver frases sem sujeito, como as que em português chamamos de sujeito oculto e indeterminado. Por isso usamos sempre o IT ou o THEY nestes casos, como por exemplo, “Who is it?” “it is the postman!” (Quem é? É o carteiro) ou ainda “It is raining” (está chovendo), “They took my wallet” (pegaram minha carteira).
Hi, Marcelo
Na pergunta 2, “This is Mrs Johnson, ________ name is Agatha” a resposta é (A) HER, pois Agatha é uma mulher e “her” quer dizer “dela”. “His” seria para um homem, pois quer dizer “dele”. Note que no início da frase, se usa o título “Mrs” com o sobrenome “Johnson”. Mrs é usado para se tratar educadamente mulheres casadas. Para os homens se usa “Mr”, para as mulheres solteiras “Miss” e quando não sabemos ou não queremos especificar se uma mulher é ou não casada, usamos “Ms”.
Já a pergunta 5, usa “I do” no sentido de enfatizar o verbo apologize, ou seja, algo como “Eu realmente peço perdão” ou “eu realmente sinto muito”. Neste caso de ênfase, “I do” é usado com verbos. “I am” só estaria correto com “sorry” mas não poderia ser usado com “apologize” que é um verbo.
Hi, Vanderlei. A palavra either quer dizer também, e só é usada quando a frase é negativa, por exemplo:
“I like him.” “ I like him too.” (too = também para frases afirmativas)
“I don’t like him.” “I don’t like him either.”
Já a palavra neither é usada em vários outros casos, mais complexos, como um pronome que significa nem um deles (neither of them), como um advérbio que indica que uma frase negativa também ocorre com outra pessoa/coisa, por exemplo “neither did I”, “neither is he” , etc. e ainda na construção “neither .... nor....” (nem....nem...).
Hello, Fabio. Como você disse, corretamente, o ‘s é usado normalmente para pessoas ou animais. Há, porém, alguns outros casos em que se pode também usar o ‘s: para grupos de pessoas (organizações) e para lugares. Por exemplo, “The government’s crisis”; “the company’s growth”, “The city’s new park” e no seu exemplo, ”Brazil’s system”.
Olá, Ailton. Sua dúvida se refere a um tipo de pergunta um pouco diferente da maioria. A regra normalmente é que se coloque um auxiliar (do, did) antes do sujeito. A pergunta "quando ele dormiu?", por exemplo, seria "when did he sleep". Acontece que o exemplo que você trouxe tem como sujeito a palavra who. Quando isto ocorre, e o who ou what ou ainda which são o sujeito da frase, não se usa o auxiliar na pergunta. Ela fica, então "Who needed to sleep?"
Outros exemplos de estrutura semelhante:
Who won the game? (e não "who did win the game?")
What happened to that man? (e não "what did happen?")
Who wants to play? (e não "who does want to play?")
Deu para entender?
Um abraço e boa sorte nos estudos!
Hello, Marcos! A tradução literal de NICE é bom, legal, e a de PLEASED é com prazer, satisfeito. As duas expressões “Nice to meet you” e “pleased to meet you” são usadas no mesmo contexto, querendo dizer “prazer em conhecê-lo”, “bom te conhecer”.
Vocês dois tiveram dúvidas relacionadas ao presente simples, vamos dar uma olhada neste tempo de verbo.
Quando temos uma frase no presente simples, no afirmativo, (e o verbo não é o verbo to be - ser, estar), se o sujeito for he, she ou it, devemos sempre acrescentar um S ao verbo.
Por exemplo, tomemos a frase “I live in São Paulo.” Se formos usá-la com o sujeito he, ficará:
“He lives in São Paulo.”
Outros exemplos: “She plays basketball.” “It means dog in English”.
Porém se uma frase no presente simples for interrogativa ou negativa, devemos sempre usar o auxiliar (DO - para I, you, we, they ou DOES – para he, she, it). E quando se usa o auxiliar DOES, aquele S não é mais usado, ele “cai” com o uso do does.
Ex. Does he live in São Paulo? He does not live in São Paulo (He doesn’t live in São Paulo)
Does she play basketball? She doesn’t play basketball.
Does it mean dog in English? It doesn’t mean dog in English.